domingo, 31 de julho de 2011

Bullying - Escola Protegida

Bullying: das brincadeiras à violência

por Cléo Fante

Cléo Fante é pesquisadora pioneira do bullying escolar no país e consultora da ONG Plan Brasil

Todos nós já fomos crianças um dia. Quem não se recorda das brincadeiras que nos faziam rir e às vezes chorar de raiva ou de vergonha? Sem graça, inconvenientes, inconsequentes, maldosas. Mas tudo não passava de brincadeira.

As brincadeiras fazem parte das relações; aproximam, integram, incluem. Entre os estudantes, são essas brincadeiras que tornam o ambiente escolar divertido e descontraído, que estimulam a frequência, a permanência, o desempenho, a aprendizagem, o gostar da escola.

No entanto, quando as brincadeiras perdem a essência da espontaneidade, da diversão e do prazer podem se converter em violência. Nesse ponto é que está o sinal de alerta. Existe uma linha muito tênue entre brincadeira e violência. Na brincadeira deve existir um equilíbrio entre as partes e todos se divertem, se descontraem, participam. Quando há desequilíbrio, onde uma parte se diverte e a outra é constrangida, humilhada, intimidada, a brincadeira acabou e aí começa a violência.

Assim como as brincadeiras são parte das relações, pode-se dizer que a violência de igual modo. Quem não se recorda de cenas de violência envolvendo familiares, vizinhos, amigos ou a si mesmo.

A violência é cruel, machuca, faz sofrer. Ao longo dos tempos foi se instalando sorrateiramente em nosso cotidiano. Faz parte de nossas vidas, de nossas histórias. Está presente em todos os contextos sociais, nas relações entre adultos,  destes com as crianças e vice-versa.

Infelizmente, entre as crianças se torna cada vez mais visível, em especial no contexto escolar. Dentre as formas de violências que ocorrem entre os estudantes, há uma que desperta a atenção e o interesse de estudiosos de todo o mundo, o bullying.

O bullying é uma forma de violência que ocorre na relação entre pares, sendo mais comum entre os estudantes. É definido como um conjunto de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, adotadas por um indivíduo contra outro(s), sem motivos evidentes, causando dor e sofrimento e dentro de uma relação desigual de poder, o que possibilita a intimidação.

É um fenômeno antigo, tanto quanto a própria instituição escola. No entanto, seus efeitos ao longo do tempo foram ignorados, por ser interpretado como brincadeiras da idade.

O bullying não pode ser confundido com brincadeira. É violência gratuita e intencional. É marcado por um jogo de poder, onde os mais fortes – do ponto de vista físico, emocional, econômico, social – convertem os mais fracos – sob os mesmos pontos de vista - em objetos de diversão e prazer.

O autor de bullying é movido pelo desejo de popularidade, aceitação, status de poder no grupo social. Para isso, submete aquele que elegeu como “bode expiatório” à situação de inferioridade, ao escárnio público na escola ou na internet, ao psicoterrorismo. Humilha, constrange, difama, intimida, persegue, amedronta. Quanto mais atormenta a vida do outro, mais cresce a sua popularidade. Torna-se temido e muitas vezes respeitado entre os colegas de escola e/ou fora dela.

Geralmente, escolhe aquele que não oferece resistência, o vulnerável, o mais fraco, o menor, o que tem poucos ou nenhum amigo. As vítimas potenciais são os que apresentam exacerbada timidez, introspecção, dificuldade relacional, diferenças individuais positivas ou negativas, dificuldade de se impor e de se defender.

Suas ações são validadas por muitos que assistem e acabam por participar - direta ou indiretamente -, como espectadores ativos, passivos ou omissos.

É claro que há os que não concordam com o comportamento negativo dos colegas, tentam defender as vítimas, mas nem sempre conseguem. Outros se divertem com a intimidação e o sofrimento alheio. Há, ainda, os que se omitem temendo ser eleitos como próximos alvos dos maus tratos.

A vítima acuada, na maioria dos casos, sofre em silêncio. Por medo de represálias ou da incompreensão dos adultos ou dos colegas, da vergonha de se expor ainda mais ou de não sobrecarregar os familiares com mais problemas. Carrega consigo a dor, a vergonha, a raiva, tanto daqueles que a fazem sofrer como de si mesma, por não saber o que fazer.

Os efeitos do bullying afetam a todos, em especial às vítimas, que poderão ter seu processo de desenvolvimento comprometido. Dependendo da gravidade da exposição e temporalidade, as sequelas podem acompanhá-las além do período acadêmico. Poderão se tornar adultos inseguros, tensos, agressivos, deprimidos, com dificuldades relacionais e afetivas. Poderão desenvolver transtornos e doenças de fundo emocional, adotar condutas ofensivas, reproduzir o sofrido em outros contextos, como o laboral e familiar.

Em alguns casos, o bullying está associado aos massacres que ocorreram em escolas, com maior incidência nos Estados Unidos. No Brasil, as tragédias em Taiuva (SP, 2003), Remanso (BA, 2004) e Realengo (RJ, 2010) retratam as sequelas do bullying.

Durante anos os protagonistas de tais tragédias foram alvos de deboches, humilhações e perseguições gratuitas por serem diferentes dos demais. Ressentimentos foram ao longo do tempo represados, pensamentos de vingança foram se cristalizando, problemas foram se acumulando. Um componente sozinho não é capaz de produzir tanto efeito, mas a junção de fatores, emocionais, familiares, econômicos, sociais, laborais, associada ao bullying é.

Obviamente nem todas as vítimas de bullying chegarão ao trágico desfecho de matar e matar-se. Há os que sofrem, os que enfrentam, os que superam. Há os adultos que, quando instrumentalizados, oferecem apoio, segurança e auxílio às vítimas e autores. Isso é imprescindível.

Por outro lado, obviamente, que nem tudo o que acontece na escola é bullying. Há provocação, desavença, briga, conflito, indisciplina, desrespeito, incivilidade. Existe uma gama de situações que ocorrem entre os estudantes. O que vejo é certo exagero por parte de muitos adultos, que tentam explicar o bullying de forma precipitada e equivocada, o que tende a banalizar e alarmar a sociedade.

Muitas escolas, equivocadamente, estão querendo acabar com as brincadeiras. As crianças estão sendo constantemente observadas, advertidas, engessadas. As brincadeiras, mesmo as agressivas, inconvenientes ou inconsequentes, fazem parte das relações. Deixem as crianças brincarem. Os adultos devem observar à distância e quando as brincadeiras perderem sua essência é que devem intervir.

Afinal, brincar é direito de crianças e adolescentes que deve ser preservado. O que não se pode permitir é a ocorrência de bullying. Todos devemos velar pelos direitos de crianças e adolescentes. Punir ou criminalizar não é a solução. Prevenir é melhor do que remediar, diz o velho ditado.


sábado, 30 de julho de 2011

Segurança nas Escolas - MG


Fórum de segurança nas escolas abre inscrições para etapa de Varginha


O Sul de Minas será a terceira região a receber o Fórum Técnico Segurança nas Escolas: por uma cultura de paz, realizado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O encontro regional será em Varginha, no dia 18 de agosto, a partir das 8 horas, no Teatro Capitólio (Rua Presidente Antônio Carlos, 522 - Centro).
As inscrições para essa etapa já estão abertas e podem ser feitas no hotsite do evento, na página da Assembleia (www.almg.gov.br) ou pessoalmente, no dia e local do evento. As vagas são limitadas.
O evento pretende levantar os problemas enfrentados por alunos e profissionais da educação, decorrentes da violência dentro e fora do ambiente escolar e discutir propostas de integração de órgãos e políticas públicas relacionadas a essa questão. Outro objetivo é buscar, junto às entidades representativas da sociedade civil e dos setores público e privado, subsídios para a formulação de políticas públicas que possam prevenir e combater a violência nas escolas. A coordenação é das Comissões de Educação, Ciência e Tecnologia e de Segurança Pública.
O fórum técnico é um tipo de evento institucional da ALMG que engloba palestras de expositores e atividades em grupos de trabalho, nos quais os participantes discutem propostas e formatam um documento. A partir das discussões feitas nas etapas de interiorização, elabora-se uma série de propostas, que depois serão votadas na etapa final, que acontecerá em Belo Horizonte, entre os dias 4 e 6 de outubro. O documento final de um fórum técnico é encaminhado com sugestões de ações aos diversos órgãos competentes.
A primeira etapa do Fórum Técnico Segurança nas Escolas: por uma cultura de paz foi realizada em Juiz de Fora (Mata). Entre outras propostas, os participantes pediram a valorização dos profissionais da educação. No dia 11 de agosto, o evento chega a Janaúba (Norte). Depois de Varginha, haverá reuniões em Contagem (RMBH), em 22 de agosto; Araxá (Alto Paranaíba), em 25 de agosto; e Teófilo Otoni (Jequitinhonha/Mucuri), em 1° de setembro.
Confira a programação do evento em Varginha
7h30 - Credenciamento
8 horas - Abertura Oficial, com o presidente da ALMG, deputado Dinis Pinheiro, os secretários de Estado de Defesa Social, Lafayette de Andrada, e de Educação, Ana Lúcia de Almeida Gazzola, o prefeito de Varginha, Eduardo Antônio Carvalho, o presidente da Câmara Municipal de Varginha, vereador Verdi Lúcio Melo e representantes dos professores, dos pais e dos alunos.
8h30 - Exposições
Segurança nas escolas: por uma cultura de paz
Júlia Eugênia Gonçalves - Historiadora, mestre em Educação (UFF-RJ) e doutora em Filosofia e Ciências da Educação (Espanha). Diretora-executiva da Fundação Aprender, de Varginha
Experiências na prevenção e no combate à violência escolar
10 horas - Grupos de Trabalho
Grupo 1 - Violência no ambiente escolar
Segregação, discriminação e falta de convívio na diversidade; transtornos comportamentais; inversões de valores; bullying; profissionais da educação e a violência; drogas (consumo e tráfico) lícitas e ilícitas no ambiente escolar; influência do ambiente social na comunidade escolar.
Grupo 2 - Integração de ações e programas
Interface da educação com a assistência social, a cultura, a saúde, a defesa social, o esporte, os conselhos tutelares e os conselhos municipais de educação; o Estatuto da Criança e do Adolescente (medidas de proteção e medidas socioeducativas), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e o processo educacional.
Grupo 3 - Prevenção e combate à violência escolar
Políticas e programas de segurança pública para a escola; educação inclusiva; protagonismo infanto-juvenil; educação integral (inclusão de valores humanos no processo educacional); escola em tempo integral; transformação dos espaços físicos da escola; integração da escola com a comunidade (associações, sindicatos, igrejas, movimentos sociais, escotismo, ONG's, etc); o papel da mídia (imprensa escrita, rádio, TV e internet) na difusão da cultura da paz; o papel da família; valorização dos profissionais da educação e formação específica e continuada para lidar com problemas de violência na escola.
12 horas - Intervalo
14 horas - Reinício dos Grupos de Trabalho
15h30 - Plenária Final
Apresentação do relatório dos grupos de trabalho; eleição dos representantes da região para a etapa final do fórum técnico em Belo Horizonte
18 horas - Encerramento

Assessoria de Imprensa ALMG


Pelotão Escolar - PR

Pelotão Escolar

Seminário prepara agentes municipais para volta às aulas

Temas como segurança e drogas estão em debate no evento
  25/07/11 às 12:24  |  Agência de Notícias da Prefeitura de Curitiba
 
 
O evento, iniciado na manhã desta segunda no Parque Barigui, prepara os agentes para a volta às aulas dos 140 mil alunos da rede municipal (foto: Valdecir Galor/SMCS)
Até a próxima quarta-feira (27), todos os 250 guardas municipais que atuam nas escolas municipais participam do 1º Seminário do Pelotão Escolar da Secretaria de Defesa Social.

O evento, iniciado na manhã desta segunda no Parque Barigui, prepara os agentes para a volta às aulas dos 140 mil alunos da rede municipal, que acontece nesta quinta-feira, nas escolas, e na próxima segunda-feira, nas creches.

De acordo com o diretor da Guarda Municipal, Odgar Nunes Cardoso, o seminário reforça as diretrizes da Guarda, da Secretaria de Educação e do Ministério da Justiça e dá continuidade ao investimento da Secretaria de Defesa no preparo dos profissionais que atendem as escolas. “Estamos trabalhando para garantir a segurança de alunos, pais e professores. Através deste seminário, vamos criar um vínculo entre as organizações ligadas ao desenvolvimento das escolas e reforçar os conceitos de policiamento comunitário”, explica.

Segurança aos alunos - No primeiro dia de Seminário, será abordada a Segurança Escolar e Segurança do Trabalho. No segundo dia, o tema será Drogas na Escola, com palestra do representante do Conselho Estadual Antidrogas, Jônatas Davis de Paula.
No encerramento, as atenções estarão voltadas para a Rede de Proteção, tratando da Violência Escolar e Familiar.

Os guardas garantem que os temas do seminário estão de acordo com as atividades desenvolvidas por quem trabalha nas escolas. “É fundamental este tipo de atualização. Nós que trabalhamos com crianças temos uma responsabilidade enorme”, afirma o guarda José Laurecir da Silva, da Escola Municipal Colombo, no Bairro Novo.

Requalificação – No final de maio, o Pelotão Escolar concluiu o curso de requalificação.

O treinamento prático incluiu orientação para colocação e retirada de cones, gestos e apitos de sinalização e entrada na via.

As aulas teóricas abordaram o conceito do Projeto Escola; o papel do monitor; o poder legal e o poder moral, ou seja, a autoridade delegada e o poder de convencimento;  a importância do monitor para a Operação Escola; o uso do uniforme completo; a instalação, alinhamento e retirada dos cones durante a operação; conduta e educação; a administração do trânsito e veículos perto das escolas.

Segurança Escolar - Internacional

Benguela

Comandante garante maior segurança nas escolas


Benguela - O comandante da Brigada Escolar em Benguela, inspector chefe Calistro Cipriano, garantiu hoje, sábado, dar continuidade ao intercâmbio com as comunidades para maior segurança nas escolas.
 
Segundo Calistro Cipriano, que falava à Angop, se perspectiva lançar as novas estratégias da brigada nas escolas e reforçar o intercâmbio com a comunidade estudantil, directores e encarregados de educação, através de encontros para que ajudem de uma certa forma no diálogo permanente.

Disse ainda que ao longo do primeiro semestre apenas foram registados 10 casos de desacatos, rixas entre colegas e muita das vezes de pessoas estranhas que aparecem nas escolas, mas que não considera assustadores.

Avançou que as escolas do bairro do Quioche, 10 de Fevereiro na Cambanda, Tomás Ferreira na Fronteira e escola Branca do Casseque são as que mais registam casos de desacatos, roubo de pastas, telemóveis, lutas entre alunos no interior da escola e por indivíduos que aparecem munidos de facas e chaves de fendas.

Falou da constituição de conselhos de segurança escolar integrados por directores de escolas como coordenadores, directores pedagógicos, comissões de pais, corpos de guarda e delegados de turmas. 
Informou que a polícia tem registado ligações telefónicas com falsos alarmes e a insultar os efectivos.

O inspector chefe apelou a comunidade estudantil a continuar ajudar a brigada escolar no combate aos desacatos e garantir a segurança nos estabelecimentos escolares.

Calistro Cipriano revelou que a brigada escolar se debate com exiguidade de efectivos viaturas e instalações condignas. Controla 90 efectivos a nível da província.

Segurança Escolar em Catanduva

sábado, 23 de julho de 2011

Vereador Marcos Crippa quer “BBB” nas escolas públicas de Catanduva

Marcos Crippa protocolou projeto que prevê monitoramento com vídeos em escolas Visando mais segurança e combate à criminalidade, o vereador Marcos Crippa (PTB) quer um BBB (Big Brother Brasil) nas escolas públicas de Catanduva. Crippa criou um projeto de Lei que dispõe sobre a implantação de Sistema de Circuito Fechado de TV com gravação de imagens por câmeras de vídeo nas escolas da Rede Pública Municipal. A propositura foi protocolada na Câmara ontem à tarde e poderá ser discutida em agosto, quando o Legislativo retorna do Recesso Parlamentar.

Segundo o vereador, está provado que o monitoramento por câmeras de vídeo é um instrumento eficaz tanto no combate como na prevenção da criminalidade. “A câmera de vídeo intimida potenciais infratores, constituindo um recurso valioso em processos investigativos e na captura de infratores, além de promover a sensação de segurança a toda população”, comentou. “Isso vai oferecer mais tranquilidade aos alunos, professores, funcionários e pais”.

Marcos Crippa disse ainda que com esta Lei, as pessoas que queiram ingressar nas escolas terão que acionar o interfone que estará instalado no portão de entrada, que será atendido por um funcionário. “O funcionário, através de um aparelho televisor, poderá visualizar as imagens feitas pela câmera de vídeo e identificar com precisão as pessoas que pretendem entrar na escola, liberando-as através do kit porteiro eletrônico, destravando a fechadura eletrônica”, explicou.

O projeto de Crippa diz que o circuito fechado de TV fará a gravação das imagens externas, que deverão permanecer armazenadas em um computador (ou em um DVR). As imagens serão de total responsabilidade da direção de cada unidade escolar da rede pública municipal, que deverá mantê-las arquivadas pelo período de cinco anos. “As imagens só podendo ser exibidas ou disponibilizadas a terceiros por meio de requisição formal pelas autoridades constituídas”, frisou Crippa, que já atuou como investigador da Policia Civil.

Pioneira

De acordo com o vereador, Catanduva será pioneira no interior paulista a ter monitoramento com imagens em escolas públicas, que poderão servir de recurso valioso para processos investigativos e na captura de infratores, afastando das escolas os malignos traficantes e outros tipos de criminosos. “Além de certamente promover mais segurança e tranqüilidade para os alunos irem a escola, bem como aos pais, que saberão que seus filhos estão em total segurança nas escolas municipais”, completou.

Patrulha Escolar

Vistoria de Segurança

Veículos do transporte escolar da rede municipal passam por vistoria de segurança

Inspeção é realizada a cada seis meses por empresa credenciada ao Inmetro. Cerca de 100 itens, entre eles suspensão, freios e cintos de segurança, são vistoriados
O transporte escolar oferecido pela Secretaria da Educação de Ribeirão Preto está melhorando a cada dia. O setor vive um processo contínuo de profissionalização desde o início de 2009, a partir de quando vários benefícios foram implantados na área, como a padronização e aumento no número de veículos, colocação de monitores, oferecimento de cursos de formação continuada e contratação de veículos adaptados, tanto para o transporte em vias rurais como para alunos portadores de deficiências.
A última inovação é a exigência, por parte da Secretaria da Educação, da vistoria de segurança em todos os veículos utilizados no transporte escolar da rede municipal de ensino. Uma inspeção minuciosa, feita por empresa creditada junto ao InMetro, vistoria cerca de 100 itens de cada veículo e valida sua aptidão à prestação do serviço de transporte aos alunos.
Sistema de suspensão, freios, faróis, cintos de segurança, capacidade do veículo e muitos outros itens de segurança são avaliados durante a vistoria, que resulta num laudo assinado por engenheiro responsável e garante um selo de aprovação, a ser colocado no parabrisa.
Na última quarta-feira, 20 de julho, o coordenador do Transporte Escolar da Secretaria da Educação, Rodrigo Lino de Matos, acompanhou a inspeção de alguns veículos e verificou a seriedade das vistorias. As vans, ônibus e microônibus avaliados na ocasião foram aprovados em todos os aspectos verificados.
A inspeção veicular visa, essencialmente, dar mais segurança para nossos alunos. Este é mais um grande benefício que estamos oferecendo para melhorar cada vez mais o Transporte Escolar de Ribeirão Preto, explica.

Angola - Estratégias de Segurança

Responsáveis do GPL traçam estratégias para segurança nas escolas
19-07-2011



Responsáveis do governo provincial de Luanda, da polícia nacional e da educação, reuniram-se para traçarem estratégias com vista a reforçar a segurança nas escolas da capital, testemunhou a Rádio Luanda.
A comandante provincial da polícia, Elisabeth Rank Frank, no final do encontro disse que “as escolas estão a ser alvo de alguns boatos e também de alguns indícios de alguns roubos e furtos quer no interior como nos arredores”.

Informou que neste momento a brigada de segurança escolar está numa fase de reestruturação que consiste no melhoramento dos efectivos e dos meios”.

Por sua vez, o director provincial da educação, André Soma, esclareceu que “no encontro traçamos estratégias para que de facto se devolva imediatamente a segurança às nossas crianças assim como às escolas. Nós educação faremos a nossa parte a partir deste momento, que é o reforço do cumprimento do regulamento escolar que já existe”.

Segurança Escolar em Manaus - Merenda

Acesse o link
http://acritica.uol.com.br/manaus/Ladroes-escolar-Zona-Norte-Manaus_0_519548763.html
A Redação

Caos na Segurança Escolar em Manaus

Acesse o link
http://acritica.uol.com.br/manaus/Amazonas-Amazonia-Semed-Cameras-seguranca-assaltada-Manaus-funcionando_0_519548944.html
A Redação

Segurança nas Escolas DF

Programa da PMDF ofece mais seguranças nas escolas

A Polícia Militar do Distrito Federal por meio do Batalhão de Policiamento Escolar (BPEsc) realizará até o mês de novembro deste ano o Programa de Enfrentamento e Prevenção à Violência Escolar: “Muita calma nesta escola”.

O programa visa oferecer maior tranquilidade e segurança à comunidade escolar do Distrito Federal. Nesse período serão formados Conselhos de Segurança Escolar, distribuição de cartilhas, especialização dos policiais militares em policiamento escolar, promoção de palestras sobre bullyng, Estatuto da Criança e do Adolescente e violência escolar.

De início, 30 escolas serão selecionadas a partir de requisitos pré-estabelecidos como número de alunos, localização entre outros. E dentro do programa, no próximo dia 25 de julho, será iniciada a campanha “volta às aulas” onde serão realizadas operações diárias e distribuição de cartilhas que abordam cuidados com utilização da faixa de pedestre, abordagens por pessoas estranhas e transporte escolar.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

De olho na Internet das crianças

De olho na internet das crianças

As principais dicas e ferramentas para garantir aos jovens uma navegação segura
Flávia Yuri e Laura Lopes - Revista Época
SEM LIMITE

Rafael e sua mãe, Marcia Taborda, na sala de casa. Ela confiscou o iPhone e o notebook porque ele exagerou no tempo de acesso
Rafael, de 14 anos, do Rio de Janeiro, usava todo o tempo livre para navegar na internet. Ora no notebook, trancado no quarto, ora no iPhone, que ganhou no fim do ano passado. O pai, Celso Oliveira, desconfiou que o excesso prejudicaria seu rendimento escolar. E quis tirar os equipamentos do garoto. A mãe, Marcia Taborda, pedagoga especializada em tecnologia, preferiu dar liberdade ao filho. “Optei por deixá-lo livre para que tomasse consciência da administração do seu próprio tempo.” Mas ele estava avisado de que um boletim escolar manchado de vermelho poderia afastá-lo da internet. No fim do primeiro trimestre, as notas vieram abaixo do esperado. Resultado: Rafael perdeu o notebook e o celular. “No começo foi torturante, mas ele teve de aceitar a punição”, diz Marcia.
O garoto faz parte de um grupo que está cada vez mais conectado e que, em alguns casos, exagera no uso da internet. Segundo uma pesquisa feita no ano passado em 14 países pela empresa de segurança digital Symantec, as crianças brasileiras são as que passam mais tempo on-line. Ficam 18 horas semanais. Globalmente, essa média é de 11,4 horas. Entre os entrevistados brasileiros, oito em cada dez afirmam que a quantidade é exagerada.
Para complicar, os pais não dominam o mundo virtual por onde as crianças e os adolescentes circulam. De acordo com uma pesquisa recente do canal de TV infantil Nickelodeon sobre os hábitos das crianças na internet, entre os 6 e os 10 anos, elas procuram basicamente diversão, como jogos on-line. Entre 11 e 14 anos, o pré-adolescente navega para se informar e interagir nas redes sociais, como Orkut, Facebook, Twitter e Google+. É nessa faixa etária que o controle por parte dos pais é menor. Com essa idade dominam a tecnologia e têm muitas opções de acesso fora de casa. A internet pode ser usada na escola, na casa de amigos, em tablets e celulares. Isso torna mais difícil tentar controlar o uso, como se fosse um taxímetro.
A inexistência de regras dentro de casa pode levar a problemas que vão desde o acesso a conteúdos ilegais e a comunidades que incitam a violência até o uso de drogas e vício em jogos. Segundo a psicóloga infantil Andreia Calçada, uma das principais queixas dos pais é a dificuldade em impor limites. Como consequência do uso excessivo da web, os filhos não fazem o dever de casa e tiram notas baixas na escola, como ocorreu com Rafael. Também podem perder horas de sono e ficar cansados durante o dia. Além disso, o mundo virtual rouba espaço da vida real. “Alguém que só encontra diversão na internet – e não sente prazer em atividades fora do computador – terá menos repertório para lidar com os desafios sociais”, afirma Andrea Jotta, psicóloga do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Proibir o acesso à web, no entanto, não é a solução. Em primeiro lugar, porque a internet é uma fonte rica de pesquisa e experiências quando bem empregada. “A internet é como a faca: pode ser boa ou ruim. Depende de como você a usa”, diz Anna Flora Werneck, da Childhood, ONG internacional de proteção à infância. O caminho é educar e impor limites. Primeiro, é importante conversar com os jovens sobre como se portar no ciberespaço. Além disso, os pais precisam explorar um pouco o mundo virtual. A orientação é que eles naveguem com os filhos, entendam a rede e tenham noção das infinitas possibilidades de comunicação que ela propicia. “Alguns pais só usam o e-mail”, afirma Anna Flora Werneck, da Childhood. “Isso é um erro. Eles precisam conhecer os sites que as crianças usam.” Até porque o que os pais sabem sobre a vida, fruto de sua experiência, como noções de ética e segurança, continua se aplicando ao ambiente virtual. Os riscos que se apresentam na web são os mesmos do mundo real. Portanto, é importante reforçar que os cuidados que se deve ter na rede são os mesmos que se tem no ambiente presencial. Não se fala com estranhos na rua, não se deve trocar mensagens com desconhecidos em chats.
A tecnologia pode ajudar a colocar limites no tempo e no tipo de site que as crianças acessam. Há programas que possibilitam bloquear endereços da internet, limitar o tempo de uso e acompanhar o histórico de navegação dos filhos. São os sistemas chamados de controle parental. A maior parte dos pacotes de antivírus traz ferramentas como essas. E os principais programas usados hoje em computadores, como os sistemas da Microsoft ou da Apple, também têm esse recurso (leia no quadro abaixo). Essas ferramentas são especialmente úteis quando as crianças usam computadores sem a presença de adultos. Mas não se engane. Não há tecnologia que substitua a educação. Quem põe limite são os pais, e não a máquina.

reprodução/Revista Época
Clique na imagem para ampliá-la


A educação é a melhor ferramenta

Dez dicas de especialistas para ajudar os jovens a cair na rede de forma segura

Mundo real = virtual
É preciso deixar claro para a criança que as regras da vida valem para a internet. Não se pode falar com estranhos na internet, assim como não podemos fazer isso na rua. Não se deve xingar e ofender os amigos na escola nem em chats ou em redes sociais

Informação
Os pais devem falar com a criança sobre o que ela faz na web todo dia. Deve ser um hábito. É bom perguntar sobre sites que ela gosta de frequentar, quem são seus amigos em redes sociais e nas mensagens instantâneas

Sem alarde
Quando algo incomum acontecer, os pais devem ouvir o que a criança quer contar com atenção e aproveitar para conversar, sem amedrontá-la e sem tom de acusação. Caso contrário, ela pode passar a esconder possíveis novos episódios

Tem de participar
Não se pode controlar o que não se conhece. Mesmo para os pais mais avessos à tecnologia, é indispensável entender como funcionam as redes sociais, os grupos de discussão e os jogos on-line

Limite é essencial
Para crianças que exageram no tempo de navegação, convém estabelecer horários para o tempo de acesso. O computador deve ser uma das várias atividades da criança, e não o centro da vida dela

Computador na sala
É consenso entre os especialistas que computadores que ficam em áreas comuns da casa, como o escritório ou a sala, inibem a incursão dos jovens em sites impróprios

Navegação conjunta
A internet não é uma ferramenta que ocupa as crianças e libera os adultos. Até a fase da pré-adolescência, as pesquisas na web devem ser feitas com o acompanhamento do adulto

Dados proibidos
Informações como números de documentos, o endereço da casa, da escola ou o local de trabalho dos pais não devem ser divulgados para estranhos, em redes sociais ou em chats, mesmo que os participantes desses grupos sejam conhecidos

Tecnologia não é tudo
As ferramentas de controle de navegação devem ser usadas como complemento para o acesso seguro. Nada substitui a educação. O computador da casa é somente um dos pontos de acesso à web que a criança tem em sua vida

Madrugadas off-line
Dados da Safernet, ONG que reúne denúncias sobre crimes na internet, mostram que durante a madrugada o número de ocorrências aumenta. É importante evitar que adolescentes fiquem em chats e fóruns nesse período

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Manifesto por um Brasil Literário

Conflitos nas Escolas - PA

Conflitos nas escolas: um dever de casa pós-férias

Ao cruzar o portão que dá acesso à parte externa da escola, João Sousa, 16 anos, (nome fictício), tira a farda e a guarda dentro da mochila. No dia seguinte a cena se repete. Desta vez, na chegada. O garoto tira a camisa que havia guardado na bolsa e a veste. O uso da farda é item obrigatório dentro de qualquer instituição de ensino. A ação do jovem chama atenção para um problema que vem tomando grandes proporções e que deve retornar à cena com a volta às aulas após as férias de julho - o que força o atual governo do Estado a criar medidas rígidas e imediatas para combatê-lo.

O medo e tudo que cerca muitos estudantes de cuidados tem a finalidade de evitar que eles se tornem vítimas de qualquer ação ilícita. Em casos recentes, estudantes de outras escolas veem dentro de um espaço onde se pratica a educação, o ambiente que serve de abrigo aos adversários.

Mas o que tem a ver a farda na mochila com os envolvidos em situações negativas? Agora tudo. É uma questão de honra esconder a identidade escolar. Muitos estudantes já pagaram com punições violentas nas ruas de Belém simplesmente por estarem trajando a camisa da escola onde estudam, vista como “inimiga” pelos infratores, na maioria adolescentes e ex-alunos.

João disse que segue à risca as orientações que recebe em casa, dos pais e dos professores, na escola. “Não quero correr o perigo. Já vi agressões em que o aluno, inocente, foi pego logo após a saída porque estava fardado. Os agressores o chutavam e diziam que a escola não prestava e por isso estava apanhando, para não voltar lá. O menino ficou traumatizado e deixou de frequentar o colégio por algum tempo”.

O DIÁRIO teve muitas dificuldades de encontrar quem se identificasse para falar sobre o assunto. O medo fez os entrevistados fornecerem nomes fictícios e se transformarem em códigos. A única mãe que revelou o nome, responsável por uma aluna da Dom Pedro II, no bairro do Marco, falava com receio do assunto. Mas apontou a importância do tema ser debatido dentro do espaço escolar com a participação de pais e da administração pública. “É preciso que algo seja feito. Graças a Deus minha filha estuda aqui [Dom Pedro II] e nunca foi vítima, mas sabemos de casos que merecem a atenção”, diz a autônoma Irene Reis.

Três estudantes da escola Dom Pedro II pediram para que os chamássemos pelos números de 15, 16 e 17. Eles relataram uma briga ocorrida dentro da escola entre duas jovens, no final do primeiro semestre letivo deste ano. Ação desta natureza não é mais novidade. Eles dizem que assistem frequentemente esse tipo de ocorrência nas dependências da escola e fora dela. “Na saída, no horário da tarde principalmente, é muito polêmico. Alunos de outras escolas já acostumaram a esperar lá fora algum aluno daqui e travam a briga envolvendo quem nada tem a ver com a situação. Soltam bombas caseiras e nos assustam”, conta 16, ao acrescentar que o prazer que sentia de vir à escola, hoje se transformou em frustração e medo de ser punido por algo que não fez. “Uma coisa é estar ciente de pagar pelo que fez, a outra é morrer de graça”.

No carro, o pai de 15 o espera nas saídas. Garante que abandona o trabalho, em horário de expediente, para buscar o filho e deixá-lo em porto seguro (em casa). “Só assim consigo continuar o trabalho, sabendo que ele está em casa”, desabafa ao revelar que o problema não mora apenas em escolas da rede pública de ensino. “Transferi meu filho de uma escola particular por causa justamente da violência. Não era tão preocupante quanto na pública, mas na particular também existe com toda certeza”.

FACADA

Um dos casos mais recentes de agressão, cujo aluno saiu ferido, ocorreu dia 6 de junho. Um estudante recebeu uma facada no braço. O golpe foi desferido por um aluno da escola Doraci Leal e a agressão foi na frente da Escola Municipal Felipe de Paula, no município de Santa Izabel. Os motivos que levaram o jovem a partir para a agressão são desconhecidos, mas a vítima, Carlos Adriano Teixeira, 19, teria recebido um recado. “Um menino foi me avisar que ele [um adolescente de 15 anos] estava me esperando lá na frente e queria me pegar. Aí eu fui lá na frente saber ”, conta Carlos.

Carlos atendeu o chamado e recebeu o golpe. Precisou de ajuda, que conseguiu junto à secretaria da escola. “Ele chegou gritando dizendo que tinha sido ferido e que o menino estava armado. Nisso eu e outros funcionários corremos para evitar mais violência”, disse Conceição da Costa, diretora da escola Felipe de Paula.

O jovem ferido não sabe explicar o motivo para a agressão. Diz apenas que três semanas antes passou a ser encarado pelo adolescente, que ficava na frente da escola onde estuda, monitorando seus passos.

Medidas aguardam volta às aulas

Os registros constantes de situações de violência dentro e fora das escolas envolvendo estudantes de instituições públicas levou a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), por meio da Assessoria de Segurança Escolar, a apresentar propostas com a intenção de reforçar a segurança nas escolas e combater a violência.

A proposta, que já foi apresentada aos gestores, começa pelo acesso às escolas, que deverão manter os portões fechados. Os alunos terão acesso às dependências devidamente uniformizados. Em situações de aulas extras, um comunicado entre a secretaria e a portaria identificará os alunos em horário especial.

Os servidores deverão ser identificados ao acessar as escolas. No caso de ex-alunos e responsáveis, a proposta prevê agendamento prévio, quando isso envolver busca de documentação. A Segurança Escolar determina ainda evitar ao máximo a comercialização nas dependências e no entorno das unidades de ensino. Para identificar visitantes a proposta recomenda o uso de crachá de acordo com a cor do setor a ser visitado.

A proposta destina também atenção aos que usam bicicletas, carros e motos. Nos dois últimos casos está previsto o ingresso nas escolas apenas para servidores e com as placas fornecidas preliminarmente pela direção à portaria.

REGISTROS

Sobre as ocorrências no interior da escola, a assessoria da Seduc informou que o órgão recomenda que os casos sejam registrados na polícia, na Seduc e aplicado o regime disciplinar da instituição de ensino.

Escolas temem riscos, mas algumas não querem falar

Nas dependências de cinco escolas que visitamos, outra dificulda do DIÁRIO. Algumas pessoas que poderiam fornecer informações, uma vez que lidam com o problema no dia a dia, se recusaram a falar. Outras deram poucas informações, pois temem represálias por causa da questão hierárquica na rede de ensino. “A diretora não pode dar entrevista. Pediu para que fosse na Seduc. Só lá você consegue informações”, disse o porteiro de um dos colégios ao arriscar uma rápida conversa com a reportagem, sem esconder a preocupação da violência que impera entre alunos de distintas escolas.

Na manhã de uma quinta-feira da última quinzena de junho, momento em que pedíamos para falar com a direção do colégio Dom Pedro II, um pai de um aluno acabava de reclamar o furto de objetos que sumiram de dentro da mochila do filho, em sala de aula. No lado de fora da escola a doméstica Selma Farias (nome fictício), ao saber da situação, afirmava que o simples fato de reclamar pode colocar todos em condição de vítimas. “A própria direção da escola fica de mãos atadas. Se chama o aluno que fez o ato, pode sofrer as conseguências aqui fora. Todo mundo tem medo, né? Não vale a pena correr o risco”.

EXEMPLOS DE FORA?

O entrevistado que pediu para ser mencionado na matéria pelo número de 17 contou que não apenas a violência que mora dentro e fora da escola em que estuda o desestimula, mas também a ação de alguns educadores. “Não gosto de me envolver com nada dessas coisas, mas me sinto magoado quando sou tratado com desrespeito por pessoas que deveriam ser exemplos. Dia desses, fiz uma simples pergunta a um professor e ele me chamou de um nome que tenho vergonha de falar, apenas porque pedi pra repetir o que já havia explicado e eu não tinha entendido. A violência já começa por ai. Desmotiva a gente”.

Todos os estudantes entrevistados sempre tocavam no nome de alunos oriundos da Escola Estadual Pedro Amazonas Pedroso, na Almirante Barroso, bairro do Marco. “São alunos de lá que vêm e ficam na frente da escola e ameaçam a gente e pegam qualquer um pra fazer isso”, assegura 15.

A reportagem do DIÁRIO resolveu ir ao Pedroso e conferir a informação. O sistema rigoroso que o Estado precisou implantar já funciona por lá. Número de Identidade e qualquer documento de identificação foram solicitados da equipe. No interior da escola, alunos realizando projetos voltados à preservação do meio ambiente, foram vistos. Com nenhum contado pré-estabelecido, foi possível observar a diferença da repercussão negativa que a escola sofre do lado de fora em meio à sociedade.

A diretora da Amazonas Pedroso, Dircineide Pinto e o professor de Geografia, Marcelo Melo , explicaram que as situações que envolvem o nome do educandário ocorrem na parte externa. “Isso é um problema do poder público. Nossa parte, dentro da escola, é feita com muita dedicação e nos sentimos tristes quando vimos repercutir informações que envolvem o nome da escola de maneira negativa, sem que de fato seja esclarecido”.

Dircilene garante que atualmente consegue se sentir segura com a presença do Estado nas ações de combate à violência nas escolas. “Houve agora união e temos a participação do Ministério Público, das Policias Civil e Militar, do Conselho Tutelar, entre outros, para ajudar numa causa que não é apenas nossa”.

A Escola Pedro Amazonas Pedroso conta atualmente com 4 mil e 600 alunos nos três turnos. Está entre as mais bem estruturadas do Estado com sala de informática, de dança e quadra esportiva. As atividades são destinadas a alunos não apenas nos dias da semana e o esforço dos professores tem levado muitos a entrarem para universidades públicas com aprovação em vestibulares. “Não podemos desligar o aluno que apresenta problema, mas apontamos a saída trabalhando com ele e a família para que possamos tirá-lo da vida negativa e, isso tem dado certo”, assegurou Marcelo.

A diretora Dircilene ressaltou que antes era proibido deixar alunos entrarem com outras camisas por baixo da farda, mas agora houve necessidade de abrir a exceção. “Não deixávamos porque eles poderiam se aproveitar e ir daqui pra outros lugares, que não fosse pra casa. Mas vimos que andar fardado ao sair daqui era perigoso e agora incentivamos o uso de uma segunda camisa por baixo, para que eles deixem de correr o risco”.

Diz ainda que já houve registro de ex-alunos que tomaram as fardas dos estudantes para fazer chacota com o nome da escola. “Tivemos casos de pendurarem a farda, rasgada em lugar impróprio só para afetar o nome da escola. Eles roubam de quem tem a farda e fazem isso”.
(Diário do Pará)

Segurança Escolar em Angola

Garantida Segurança nas Escolas

Os estabelecimentos escolares dos diversos níveis de ensino da província da Lunda-Norte contam, desde o início do mês, com brigadas policiais de segurança escolar, para garantir a ordem e a tranquilidade nas escolas.
A informação foi prestada ontem pelo segundo comandante provincial da Polícia Nacional, José João.
De acordo com o mesmo responsável, nesta primeira fase, as brigadas foram instaladas nas escolas do Dundo, Chitato, Cambulo e Lucapa, devendo nos próximos tempos existir em todos o território da Lunda-Norte.
Reportando às informações dos directores das escolas, o sub-comissário da Polícia Nacional assegurou que numa primeira avaliação, o impacto das brigadas escolares já se faz sentir, sublinhando que a desordem nos estabelecimentos de ensino diminuiu drasticamente. Durante a semana que agora termina, o comando provincial notificou 12 crimes de natureza diversa, e fez 17 detidos. O policiamento de proximidade nos pontos mais críticos foi reforçado.

Muita Calma nesta Escola - DF

Polícia Militar realiza projeto para melhorar a segurança nas escolas
O Batalhão de Policiamento Escolar (BPEsc) da Polícia Militar do DF (PMDF) realizará até novembro o programa de enfrentamento e prevenção à violência escolar: "Muita calma nesta escola".

O objetivo é oferecer mais segurança e tranquilidade à comunidade escolar no DF. Para isso serão formados Conselhos de Segurança Escolar, haverá distribuição de cartilhas explicativas, palestras sobre bullying, Estatuto da Criança e do Adolescente e treinamento dos policiais militares em policiamento escolar.

A princípio, 30 escolas serão selecionadas a partir de requisitos como número de alunos, localização e outros. No dia 25 de julho terá início a campanha "Volta às aulas", que realizará operações diárias e distribuição de cartilhas sobre cuidados como utilização da faixa de pedestres, transporte escolar e abordagem de estranhos.

Criação de Cia da PM para Segurança Escolar

Projeto determina a criação de companhia da PM específica para garantir segurança nas escolas

 

Projeto de lei determinando a criação de uma companhia da Polícia Militar com a tarefa específica de garantir a segurança nas escolas estaduais foi apresentado na Assembleia Legislativa pelo deputado Roberto Carlos (PDT). O objetivo da Companhia de Polícia Escolar e Comunitária é garantir a segurança no entorno das escolas e a paz nas salas de aula e no interior das unidades escolares do Estado, conforme explicou o parlamentar.
De acordo com o deputado, a Bahia vive um momento de extrema dificuldade na área da segurança pública, embora já se notem iniciativas positivas no sentido de coibir a violência. “Muito antes de fatos nacionais chegarem à mídia, como a chacina na escola do Realengo no Rio de Janeiro, já havia um índice triste de violência nas escolas do nosso Estado, além da depredação do patrimônio, dos roubos de equipamentos, máquinas e até da merenda dos estudantes”, ressaltou.
Roberto Carlos lembrou ainda que recentemente algumas blitzen foram feitas nas escolas da Bahia e muitos instrumentos perigosos, como estiletes, armas brancas e até mesmo armas de fogo foram apreendidos. Com base nesse projeto de lei, a companhia de polícia, por meio de  batalhões espalhados no Estado, deverá prestar os serviços nas escolas em plantões diurnos e noturnos, combatendo a violência, o trafico e o consumo de drogas, além de garantir segurança ao patrimônio escolar.

Reforço na Segurança

Prefeitura de Hortolândia reforça a segurança nas escolas municipais


As escolas municipais de Hortolândia terão a segurança reforçada. A Prefeitura de Hortolândia contratará, por meio de uma empresa do setor de segurança, mais de 50 vigias noturno e diurno para reforçar a segurança nas unidades escolares. O número de vigias para cada escola será decidido conforme a demanda levantada pela Secretaria de Educação. A previsão é que os vigias sejam contratados até o final de agosto.
Segundo a diretora da Secretaria de Educação, Luciana Aparecida Brandão Fonseca, além de reforçar a segurança dos alunos nos períodos de aula, a contratação evitará roubos e furtos. “Nosso foco principal é proteger as crianças de qualquer tipo de ameaça no período em que elas estiverem estudando. Além disso, as escolas têm computadores, máquinas, equipamentos de som, entre outros objetos que auxiliam na aprendizagem das crianças”, afirma.
A contratação foi decidida após uma demanda levantada pela Secretaria de Educação. “A qualidade da educação inclui os cuidados com a segurança das crianças. O número de escolas cresceu. O objetivo é fazer com que a segurança acompanhe esse crescimento”, afirma a secretária de Educação, Sandra Fagundes.
Fonte: Prefeitura de Hortolândia

terça-feira, 19 de julho de 2011

Transporte Escolar


Prefeitura escuta pais e alunos para melhorias na segurança do transporte escolar


Warning: Division by zero in E:\domains\jornaltribunalivre.com.br\wwwroot\wp-content\plugins\better-related\inc\scorer.php on line 388

 
Em 1º de julho, pais e responsáveis dos alunos da Escola Municipal Natália Donada Melillo reuniram-se para discutir um caso de desentendimento entre um estudante e o motorista do ônibus que faz o transporte dos alunos até as suas casas. O fato aconteceu nos dias 28 e 29 de junho e, devido à preocupação dos estudantes, a Prefeitura convocou a reunião para ouvir as reclamações e sugestões das pessoas envolvidas para evitar que situações como essas voltem a acontecer. “Durante a conversa, duas mães sugeriram acompanhar as crianças, o que foi avaliado como positivo pelo Capitão Joílson e pelos membros do Conselho Tutelar. As mães não vão substituir os monitores, mas sim, são uma forma de tranquilizar seus filhos”, conta Ricardo Francisco, secretário de Educação.

Para a conversa, também compareceram a diretora da escola, Luana Lima; o capitão Joílson Bittencourt, da Polícia Militar de Itabirito; o coordenador de Transporte Escolar, Lucas Lage; e Maria Auxiliadora da Silva e Íris Lopes Silva Moraes, do Conselho Tutelar. Além da sugestão das mães, a escola tomou uma série de providências em relação ao estudante que causou o transtorno. “A escola suspendeu o aluno por tempo indeterminado e estamos aguardando as providências do Conselho tutelar, do juiz e da promotoria para ver o que poderemos fazer”, ressalta Luana Lima. A diretora afirma ainda que as crianças estão tendo acompanhamento psicológico. “Nossa preocupação maior é com o bem-estar dos alunos”, acrescenta Luana Lima.
De acordo com Lucas Lage, “o motorista e a empresa, que são terceirizados pela Prefeitura, foram trocados e um monitor já está acompanhando as crianças diariamente”. “Começamos a administração com oito monitores e agora são 15, que acompanham todos os dias os alunos”, afirma o coordenador de Transporte Escolar.
Presente na reunião, a mãe de uma das alunas que utiliza o transporte escolar, Geizela Melo Silva, destaca que todas as providências em relação ao caso foram tomadas rapidamente. “A ação foi rápida, foi excelente a participação da escola ao chamar os pais. Os que estavam interessados estavam lá ou mandaram representantes. O que poderia ser feito pelas partes responsáveis foi feito, agora é só o juiz tomar as providências”, encerra.

* Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de Itabirito (Semco/PMI)

Área de Segurança Escolar - SC

Pauta da CCJ: Vereadores reapresentam Projetos de lei

   Dois projetos de Lei que foram reapresentados, com alterações dos vereadores autores, estão na pauta da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça desta terça-feira, dia 12, que se às 13h, devido à mudança do horário da sessão ordinária, que inicia às 13h30.
   Um dos projetos que retorna a pauta da CCJ é o que prevê a cobrança fracionada dos estacionamentos particulares de Blumenau, da vereadora HELENICE LUCHETTA (PSDB) e o outro é o que cria a área de segurança escolar, do vereador NAPOLEÃO BERNARDES (PSDB).
   Projetos na pauta da CCJ:
   Cobrança fracionada nos estacionamentos
   Projeto de Lei nº 6137, de autoria da vereadora HELENICE LUCHETTA (PESDB), que “Determina a cobrança fracionada nos estacionamentos particulares no município, na forma que especifica”. A proposta obriga os estacionamentos particulares de Blumenau a adotarem o sistema de cobrança por tempo fracionado, em parcelas de 10 minutos, durante o período de permanência dos veículos. O sistema de cobrança fracionada terá como base parcelas de 10 minutos, sendo o valor de cada parcela estipulado pela divisão do valor cobrado pelo período de uma hora por seis. Caso o tempo de permanência não inteire 10 minutos, a cobrança será feita por arredondamento aritmético. O projeto ainda determina que os estacionamentos apresentem, junto ao aviso do valor a ser cobrado por uma hora, o valor pelo período de 10 minutos.
   Área de segurança escolar
  Projeto de Lei nº 6138, de autoria do vereador NAPOLEÃO BERNARDES (PSDB), que “Estabelece a ‘área de segurança escolar’ como espaço de prioridade especial do poder público municipal”. A Área de Segurança Escolar é onde o município garante a segurança de alunos, pais, professores e outros funcionários. Ela corresponde a círculos de raio de cem metros, com centro nos portões de entrada e saída das escolas e deve ser indicada por placas. De acordo com o projeto, será de competência do município: fiscalizar e coibir a comercialização de produtos ilícitos; providenciar iluminação adequada, pavimentação de ruas e manutenção de calçadas, poda de árvores e limpeza de terrenos; eliminação de terrenos baldios; retirada de entulhos; manutenção de faixas de pedestres, semáforos e redutores de velocidade, entre outras ações. Ainda prevê que o Seterb controle rigorosamente limites de velocidade; sinalização adequada nestas áreas. Também irá caber à Guarda Municipal de Trânsito, em parceria com as diretorias das escolas, as Associações de Pais e Professores e com a comunidade escolar, promover ações que colaborem com a prevenção à violência e criminalidade locais, ouvindo os Conselhos Municipais de Segurança.
   Programa do Fundo de Desenvolvimento Municipal
   Projeto de Lei nº 6139, de autoria do Executivo, que “Autoriza o poder executivo municipal a aderir ao Programa Operacional do Fundo de Desenvolvimento Municipal do Estado de Santa Catarina Pró-FMD, a tomar empréstimo junto à agência de fomento do estado de Santa Catarina (Badesc) e dá outras providências”. A matéria autoriza o Executivo a aderir ao Programa através de convênio com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional de Blumenau, com a interveniência do BADESC. A adesão propicia aporte de R$ 30 milhões para realização de obras de infra-estrutura para recuperação e ampliação do sistema viário do município e elaboração de projetos de engenharia. Em garantia ao empréstimo o Poder Executivo oferece vinculação de quotas partes do ICMS e/ou FPM, até o limite do valor do financiamento. E para dar continuidade consignará nos projetos de lei orçamentários dos anos subseqüentes as dotações necessárias à formação do Programa.
   Programa de Saúde
   Projeto de Lei nº 6134, de autoria do vereador FÁBIO FIEDLER (DEM), que “Acrescenta dispositivos ao artigo 1º, da lei nº 5.087, de 27 de outubro de 1998”. A proposta acrescenta na Lei que “Cria programa de saúde para terceira idade”, que as pessoas com mais de 60 anos, internadas em asilos e casas de repouso, públicos ou privados, estabelecidos no município, também serão atendidas pelo Programa de Saúde.
   Utilidade Pública
  Projeto de Lei nº 6135, de autoria do vereador BETO TRIBESS (PMDB), que “Declara de Utilidade Pública o núcleo Blumenau do Instituto de Arquitetos do Brasil”. 
   Projeto de Lei nº 6136, de autoria da vereadora HELENICE LUCHETTA (PESDB), que “Declara de Utilidade Pública a Associação de Pais e Professores da Escola de Educação Básica Emílio Baumgart”.
   Coplan e FMPU
   Emenda nº 1 ao Projeto de Lei Complementar nº 1143, de autoria do Executivo, que “Dispõe sobre o Conselho Municipal de Planejamento Urbano – Coplan e o Fundo Municipal de Planejamento Urbano – FMPU”. A emenda é de autoria do vereador VÂNIO SALM (PT). Ela retira do projeto a determinação de que o Coplan terá quatro Conselheiros representando as Associações de Moradores correspondentes nas Regiões Administrativas.
   O objetivo do projeto é a adequação da legislação ao plano Diretor do Município e aos novos Códigos Urbanísticos, dispondo sobre a natureza, finalidade, estrutura, composição e competência do Coplan e natureza, objetivos e constituição dos recursos financeiros do FMPU. 
   Alterações na Área Azul
   Subemenda nº 1 a emenda nº 25 do Projeto de Lei n.º 5.829, de autoria do Executivo, que “Dispõe sobre a organização do sistema de estacionamento rotativo pago ‘Área Azul’ nas vias e logradouros públicos de Blumenau”. De autoria do vereador NAPOLEÃO BERNARDES (PSDB) a subemenda inclui na emenda nº 25 que o proprietário de veículo notificado que pagar multa equivalente a 10 vezes o valor do cartão de estacionamento, deve reverter ao condutor 09 cartões de estacionamento para posterior utilização. 
   Denominação de viaduto
   Projeto de Lei nº 6125, de autoria dos vereadores JOVINO CARDOSO NETO (DEM) e HELENICE LUCHETTA (PSDB), que “Denomina de Honorato Tomelin viaduto localizado no bairro Fortaleza”.
   Serviço gratuito de internet
   Projeto de Lei nº 6128, de autoria do vereador JENS JUERGEN MANTAU (PSDB), que “Dispõe sobre a oferta de serviço gratuito de internet por centros comerciais no município de Blumenau”. O projeto determina que os centros comerciais disponibilizem serviço gratuito de Internet ‘wireless’ ou tecnologia similar. Segundo a matéria a utilização dos serviços não poderá ser condicionada à realização de compras pelos freqüentadores dos centros comerciais. O descumprimento sujeitará o centro comercial infrator ao pagamento de multa no valor de R$ 545,00, a ser aplicada em dobro no caso de reincidência.
   Passe livre para idosos
   Projeto de Lei nº 6130, de autoria da vereadora ARLETE DA SILVA (PT), que “Autoriza o poder executivo a conceder isenção da tarifa de transporte coletivo urbano às pessoas idosas”. A proposta prevê que o Executivo conceda isenção total da tarifa de transporte coletivo urbano aos idosos com mais de 60 anos de idade.
   Permuta de imóvel
   Projeto de Lei nº 6131, de autoria do Executivo, que “Desafeta e autoriza a permuta de imóvel do município por outro imóvel pertencente à Elizia Emico Koga”. O projeto retira da categoria de bem de uso comum do povo, passando a dos bens dominicais do município, um terreno situado na rua Otto Heidrich, bairro Velha Central. Ainda autoriza o Executivo permutar este terreno, avaliado em R$ 90 mil, pelo imóvel de propriedade de Elizia Emico Koga, situado no bairro Velha,  rua Imperatriz Leopoldina. Cada parte arcará com as despesas de escrituração do imóvel que receber na permuta.
   Programa de recuperação de créditos
   Projeto de Lei nº 6132, de autoria do Executivo, que “Institui o programa de recuperação de créditos de financiamentos, realizados por meio do programa habitacional do município para atendimento às famílias de baixa renda”. O Programa de Recuperação de Créditos de Financiamentos serve para as famílias de baixa renda cujos contratos tenham sido celebrados até a data de 31 de dezembro de 2008. O Programa será coordenado pela Secretaria Municipal de Regularização Fundiária e Habitação – SEREFH e tem por finalidade proporcionar aos contemplados com residências ou lotes, a quitação do financiamento ou o reparcelamento da dívida, com anistia de juros moratórios e multa e desconto sobre o saldo devedor. O mutuário será excluído do Programa no caso de inadimplência por três meses consecutivos, ou seis meses alternados.
  Parcelamento de dívida da FMD
   Projeto de Lei nº 6133, de autoria do Executivo, que “Ratifica o parcelamento de dívida ativa, firmado pela Fundação Municipal de Desportos – FMD com Ministério da Fazenda, através da Secretaria da Receita Federal do Brasil”. A proposta ratifica o parcelamento de Dívida Ativa, de 03 de junho de 2011, da FMD com o Ministério da Fazenda, através da Secretaria da Receita Federal do Brasil, no valor total de R$ 16.802,58. A dívida deve ser liquidada em 30 parcelas mensais e sucessivas de R$ 560,09, acrescidos, de juros correspondentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC).
   Alterações na Lei do Comtranblu
   Projeto de Lei Complementar nº 1160, de autoria do Executivo, que “Altera e acrescenta dispositivos à Lei Complementar nº 670, de 18 de dezembro de 2007, que ‘Cria o Conselho Municipal de Trânsito e Transportes de Blumenau – Comtranblu”. A proposta confere ao Comtranblu natureza deliberativa e com isso pretende atribuir a ele competência para conduzir procedimentos relativos a ao reposicionamento dos valores das tarifas dos três serviços públicos de transporte coletivo urbano, transporte individual por meio de veículo de aluguel a taxímetro e o transporte individual por meio de motocicleta de aluguel.
    Benefícios para microempreendedor individual
   Projeto de Lei Complementar nº 1169, de autoria do vereador MARCO ANTÔNIO WANROWSKY (PSDB), que “Dispõe sobre a concessão de alvará provisório de funcionamento, concede benefícios fiscais, incentivos econômicos e licença para localização e permanência, para o microempreendedor individual, no município de Blumenau, e determina providências conexas”. A matéria propõe tratamento jurídico diferenciado ao microempreendedor individual, como: incentivo nos requisitos de segurança sanitária, metrologia, controle ambiental e prevenção contra incêndio para fins de registro, legalização e funcionamento. Ele deve ser orientado para formalizar o empreendimento, ter benefícios fiscais dispensados, preferência nas aquisições de bens e serviços pelo poder público, uniformização de registro. Para ser considerado microempreendedor individual é preciso possuir único estabelecimento, não participar de outra empresa como titular, sócio ou administrador, não ter mais de um empregado. Além disso, determina que o microempreendedor tenha direito a um alvará provisório. Ficam reduzidos a eles 50% dos valores de tributos e contribuições referentes aos cobrados de microempresas e de empresas de pequeno porte; os valores das taxas, emolumentos e demais custos públicos relativos ao registro de abertura e primeira renovação – após seis meses, realizadas dentro do período inicial de um ano; à licença para se estabelecer e ao cadastro municipal de microempreendedor individual.
   Conselho Municipal do Meio Ambiente
   Projeto de Lei Complementar nº 1170, de autoria dos vereadores VANDERLEI PAULO DE OLIVEIRA (PT) e VÂNIO SLAM (PT), que “Acrescenta dispositivos ao artigo 3º, da Lei Complementar nº 785, de 15 de dezembro de 2010”. O projeto acrescenta na Lei sobre o Conselho Municipal do Meio Ambiente dois parágrafos. Um deles determina que as entidades não-governamentais deverão apresentar, no ato da inscrição, documentos que comprovem legitimidade para representação do segmento. O outro proíbe a representação de entidade não-governamental no Conselho por servidor público municipal, comissionado ou gratificado.

Segurança Escolar - Manaus

Novo sistema de segurança nas escolas municipais gera demissões

 
 
Divulgação
 As câmeras irão substituir os vigilantes

Rômulo D´Castro

jornalismoam@band.com.br

A vigilância das 208 escolas da Rede Municipal de Ensino é feita por dois mil vigilantes contratados por empresas terceirizadas que prestam serviços para a Secretária Municipal de Educação (Semed).

Mas os vigilantes estão com os dias contados. Os trabalhadores vão ser substituídos por câmeras e sensores de presença. Tecnologia de última geração para monitorar durante 24 horas por dia, a movimentação nas escolas.

A Semed alega que a decisão é para dobrar a segurança das escolas, o que põe em dúvida e divide a opinião de professores e pais de alunos.

Quanto aos vigilantes, todos devem ficar desempregados até agosto, quando a secretaria de educação inaugura o Centro de Segurança Escolar.

Mesmo com o grande número de demissões, o sub-secretário da Semed, Marcelo Henrique, defende que a ordem não é trocar os vigilantes por câmeras e sensores, mas modernizar o sistema de segurança nas escolas. Marcelo destaca ainda que as empresas responsáveis pelos vigilantes que serão demitidos, poderão reaproveitar a mão-de-obra.

O orçamento anual da secretaria é de R$ 600 milhões de reais, 10% desse valor, ou seja, 60 milhões são direcionados para a área da segurança escolar.

Com o novo sistema, qualquer movimentação suspeita nas escolas vai cair direto na Central de Monitoramento da Polícia que, por sua vez, vai acionar a guarda metropolitana e até o corpo de bombeiros.
As câmeras irão substituir os vigilantes

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Segurança Ostensiva Solidária - BA

PROJETO RONDA ESCOLAR DA POLICIA MILITAR DE GUAJERU-BA
“SEGURANÇA OSTENSIVA SOLIDÁRIA” - SOS
O objetivo da Ronda Escolar é orientar e restaurar, todos os estudantes, (crianças e adolescentes), resgatar os valores éticos, morais e espirituais, da vida pessoal, social e cultural, com motivação, propósito, disciplina e segurança no dia-a-dia, através da solidariedade, parceria, filantropia e palestras, vinculadas à qualidade de vida, sustentabilidade, cidadania, prevenção às drogas, violência, vandalismo, direitos e deveres (individual/coletivo), educação no trânsito, Polícia Militar, DSTs, gravidez na adolescência, família-escola-comunidade, sonhos e metas, entre outros.
Esta conjunção sistêmica visa proteger os estabelecimentos de ensino, a comunidade e a educação de qualidade, capaz de promover a relação coesa entre os munícipes e fortalecer a credibilidade institucional da Polícia Militar, dos poderes executivo, legislativo e judiciário, dos Conselhos, Associações e ONGs, ao congregar a importância da sabedoria, humildade, acolhimento, responsabilidade, dedicação, respeito e amor humanitário, à família, professores, diretores, funcionários e meio ambiente, indistintamente.
O Projeto Ronda Escolar é operado por policiais empáticos, certificados e capacitados na filosofia da Polícia Comunitária e Sociedade, Gestão pela Qualidade em Segurança Pública, Mediação de Conflitos, Direitos Humanos, Relações Interpessoais, Mobilização Social e Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). São agentes especializados na audiência e discussão dos temas de interesse da comunidade local e global, (discente, docente, pai e mãe), diplomados e autorizados a admoestar, esclarecer e suscitar o discernimento da verdade, liberdade, fraternidade, igualdade, tolerância, respeito, amor próprio (auto-estima) e ao próximo.
Tais iniciativas despertam a consciência e reflexão dos alunos, pais e professores, para o cotidiano da vida e do aproveitamento escolar, que dinamizam novas ideias e projetos educativos, com atividades transversais e extracurriculares, vitalizando as escolas pacificadoras com exposições, exibições de vídeos e atividades lúdicas, musical, peças teatrais, fantoches, oficinas de lazer, cultura, esportes, artesanato, gincanas, ginástica, brincadeiras e encenações que estimulem a criatividade, desenvolvimento físico e integração da comunidade.
O trabalho ostensivo, preventivo e socioeducativo da Polícia Militar, estrategicamente planejado, efetiva ações de acompanhamento, fiscalização, instrução, abordagem, visita e debate, focado no amparo e garantia da tutela de direitos, com excelência, que produz consequentemente, resultados e benefícios permanentes, confirmados pela satisfação e elogio freqüente, dos estudantes, coordenadores, diretores, professores, funcionários, pais, mães e lideranças.
A sociedade civil organizada e o Sistema de Defesa Social com participação comunitária, convertem ideias e propostas em soluções de problemas que propiciam a prevenção, controle e redução dos indicadores de ilegalidades, melhorando a ciência e execução da Lei, a sensação de segurança e a qualidade de vida da população.
Com base nestes pressupostos consolidamos nossa presença e disposição incondicional às duas instituições mais importantes do universo: Escola-Família. Realizando Reuniões, visitas e palestras contínuas, nas escolas de ensino médio e fundamental da zona rural e urbana de Guajeru: Colégio Municipal Oriosvaldo Santos Araújo (sede), Escola Municipal Antônio Andrade (sede), Colégio Estadual Jorge Amado (sede), Escola Municipal Getúlio Vargas (Sanguessuga), Escola Municipal Raul Nunes dos Santos (Cancela), Escola Municipal Dois de Julho (Lagoa do Canto), entre outros.
ODM: Objetivos de Desenvolvimento do Milênio
OITO JEITOS DE MUDAR O MUNDO
1- ERRADICAR A POBREZA E A FOME
2- EDUCAÇÃO BÁSICA DE QUALIDADE PARA TODOS
3- IGUALDADE ENTRE OS SEXOS E VALORIZAÇÃO DA MULHER
4- REDUÇÃO DA MORTALIDADE INFANTIL
5- SAÚDE DA GESTANTE
6- COMBATE A AIDS, MALÁRIA E OUTRAS DOENÇAS
7- QUALIDADE DE VIDA E RESPEITO AO MEIO AMBIENTE
8- PARCERIA MUNDIAL PARA O DESENVOLVIMENTO
INICIATIVA/EXEMPLO/VT/CONSEG/ODM/CIDADE DEMOCRÁTICA/VT/PROBLEMA/PROPOSTA
Idealização: LÉLIS LOBO. Contato: lelislobo@hotmail.com
Guajeru, 07.07.2011

terça-feira, 12 de julho de 2011

Clicando com Segurança - Lançamento

FURTO EM ESCOLAS

Cuiabá: Duas escolas tem materiais eletrônicos furtados
Fonte: Gazeta Digital/Só Notícias

Duas escolas públicas foram furtadas, hoje de madrugada, em Cuiabá. A Escola Municipal Constança de Figueiredo Bembem, no bairro Jardim Fortaleza, e a Escola Estadual Rodolfo Augusto Trechaud, no Residencial Paiaguás, foram alvo dos bandidos. Os ladrões levaram, dos dois colégios, materiais eletrônicos como computadores e câmaras digitais.

Na primeira ocorrência, registrada por volta da 0h, no Jardim Fortaleza, os bandidos roubaram 18 computadores e toda a merenda escolar. Para carregar os produtos, eles utilizaram um caminhão no momento do crime. O prejuízo da escola Rodolfo Augusto foi um notebook que ainda estava na caixa, um aparelho de data-show e duas câmara digitais. Segundo a diretora Marise Lúcia Santana, por volta das 3h, os ladrões entraram na escola e arrombaram a sala da diretoria. O segurança, por não possuir arma, escutou a movimentação e se trancou na sala dos professores. "Ele ligou para a polícia, mas nenhuma viatura foi encaminhada".

A câmera do circuito interno de segurança da escola flagrou um dos assaltantes no corredor do colégio e as imagens serão analisadas pela polícia.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Crime na UFSC

/07/2011 15h58 - Atualizado em 08/07/2011 15h58

'Minha filha se defendeu da morte', diz mãe de estudante atacada na UFSC

Jovem de 23 anos teve o pescoço cortado e ação foi flagrada por câmera.
Diretoria pediu à PM para fazer rondas no entorno da universidade.

Glauco Araújo Do G1, em São Paulo

"Minha filha não reagiu, ela se defendeu da morte após perceber que tinha sido ferida". Foi dessa forma que a administradora de 40 anos definiu como a filha, de 23 anos, se comportou durante o assalto sofrido nesta quinta-feira (8), no entorno do campus da  Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O crime foi registrado por uma câmera de segurança e o infrator, de 17 anos, foi capturado por policiais cerca de três horas depois do crime.
A mãe da jovem disse ao G1 que foi com a filha para a delegacia e para o hospital. "Fiquei mais chocada quando vi as cenas do assalto. A gente está acostumada a ver essas coisas com a família de outras pessoas, de estranhos, mas quando isso acontece com a nossa família é mais assustador, mais revoltante". Segundo ela, a filha teve um corte no pescoço, outro nos lábios e no rosto e sofreu escoriações no corpo.
A administradora revelou que a jovem assaltada tem uma irmã gêmea, que também estuda na UFSC. "O roubo é mais rápido do que parece. Na hora, minha outra filha não sentiu nada porque estava indo para a faculdade também, mas depois ela não se sentiu bem."
No momento do crime, segundo a mãe, a estudante estava indo para o estágio na UFSC. "Ela estuda letras e está em fase final do semestre. Minha filha é muito dedicada, focada e tem muitos planos após formada. Fiquei revoltada porque a gente corre o risco de ter a vida ceifada em um segundo e por um rapaz que não tem a mesma formação que minha filha tem, que não valoriza a vida dele como minha filha valoriza a dela."
Ela afirmou ainda que ficou tão assustada com as informações sobre os pais do adolescente infrator quanto ao conteúdo do vídeo que mostra o crime. "Soube que os pais do menino tentaram escondê-lo da polícia. Fiquei chocada com isso porque não consigo imaginar como um pai se comporta assim, sem passar valores bons para o filho".
Segundo a mãe, a estudante voltou à universidade apenas nesta sexta-feira (8). "Ela foi fazer a última prova do semestre. A instituição ajudou muito nesse sentido, os professores foram muito carinhosos com minha filha. Eu e meu marido estamos com ela em todos os lugares para onde ela for, pois acredito que ela precise do nosso apoio neste momento".
Reforço na segurança
A diretoria de segurança da UFSC quer reforçar a proteção aos alunos da instituição no entorno do campus e pediu ajuda à Polícia Militar (PM) para fazer isso, nesta quinta-feira (7). "Temos um efetivo de 65 seguranças no nosso quadro de funcionários e outros 155 seguranças terceirizados que atuam em uma área de um milhão de m² deste campus em Trindade", disse Leandro Luiz de Oliveira, diretor de segurança da UFSC.
O adolescente infrator usou um canivete para render a vítima e foi preso na casa dos pais. Ele foi levado para a 6ª Delegacia de Polícia para a Mulher, Idoso e Adolescente da capital catarinense, onde permanece recolhido até a liberação de vaga em uma instituição específica para adolescente infrator.
Ele informou que a universidade começou a usar câmeras de segurança em 2005. "Desde a instalação desses equipamentos, houve uma queda intensa de casos de crimes cometidos no campus. Em 2005 foram 32 furtos a veículos, em 2006 foram oito casos e em 2009 registramos apenas um caso. Prendemos 140 pessoas que estavam cometendo crimes no campus no período de 2008 a 2010. Nestes mesmos três anos, apreendemos 32 adolescentes. As câmeras e os sistemas de alarme no campus ajudam a coibir a ação de criminosos", disse Oliveira.