quarta-feira, 24 de agosto de 2011

MPE discute violência e segurança nas Escolas

MPE promove audiência para discutir violência e segurança nas escolas da capital

Cuiabá / Várzea Grande, 18/08/2011 - 17:05.

Da Redação
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da Promotoria de Justiça da Cidadania da Capital, promoverá nesta quinta-feira (18.08), às 19h, audiência pública com o tema Violência e Segurança nas Escolas. O evento ocorrerá na Escola Estadual Rafael Rueda, bairro Pedra 90.
De acordo com a promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, o objetivo é discutir com a população medidas eficazes para solucionar o problema na rede pública de ensino. “A situação é preocupante, tanto é que instauramos um Inquérito Civil para investigar a insegurança e os altos índices de violência em unidades públicas de ensino, bem como implementar uma política estadual de enfrentamento.”
Para o promotor existem quatro principais causas desse tipo de criminalidade, sendo elas; políticas públicas ineficientes, escolas despreparadas, famílias desestruturadas e juventude desamparada. “A ineficiência das políticas públicas de trabalho, moradia, saúde, emprego e segurança pode gerar insatisfações sociais graves, sendo o ambiente escolar muito propício para manifestação dessas crises,” alerta Slhessarenko.
AUDIÊNCIAS – A audiência pública no bairro Pedra 90 faz parte de uma série de eventos que discutirá com a população temas referentes às áreas prioritárias previstas no "Plano de Ação 2011": segurança pública, educação, saúde e consumidor. A primeira audiência ocorreu no final de julho com os moradores da região norte para debater questões relacionadas à violência no trânsito.
A próxima audiência será promovida no bairro Jardim das Palmeiras com o tema violência contra idosos. A audiência desta quinta-feira (18), no Pedra 90, ocorrerá na rua Caruaru, nº 201, bairro Pedra 90.

Campanha 2011

Campanha no Paraná 2011

Identificação de Estudantes - Belém do Pará

Estudantes terão carteirinhas escolares

Os alunos da rede pública estadual de ensino passarão a ser identificados com carteirinhas com foto na entrada das escolas. A medida reforçará a segurança das instituições de ensino, impedindo a entrada de pessoas não identificadas no ambiente escolar. As identidades estudantis garantirão também a meia-entrada em cinemas, teatros e shows musicais.


A Secretaria Estadual de Educação (Seduc) publicou na edição do Diário Oficial do Estado da segunda-feira, dia 1º, um anúncio de pregão eletrônico para a contratação de uma empresa para o fornecimento das carteirinhas. O valor global de R$ 820 mil do contrato inclui a fabricação de 500 mil identidades estudantis, a coleta de dados e a captura de imagens em escolas em Belém e outros 22 municípios do interior, entre elas, Abaetetuba, Bragança, Capanema, Vigia e Tucuruí. Na capital, serão coletados dados de 300 mil estudantes. A intenção é levar a identificação estudantil a todos os estudantes da rede, com as primeiras unidades sendo distribuídas em outubro.


'As carteiras permitirão um melhor controle na entrada dos alunos para a atividade letiva diária, o que consequentemente aumentará a segurança', resume Heloísa Aguiar, assessora de segurança escolar da Seduc. A identidade estudantil será fabricada em PVC laminado, com impressão frente e verso, com nome, escola, turma, matrícula, validade e foto e ainda as assinaturas e a logomarca do governo e da secretaria. O custo estimado de fabricação da carteirinha será de R$ 610 mil, ou R$ 1,22 por aluno.


Fonte: O Liberal

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

VIII BRASEG

Lei do Perímetro Escolar

Taquaritinga do Norte implanta lei do perímetro de segurança escolar

Taquaritinga do Norte é a quarta cidade do interior pernambucano a implantar a Lei Estadual 10.454/90, que proíbe a venda de bebida alcoólica num raio de cem metros, a partir do epicentro das escolas públicas e privadas, durante as atividades escolares. A mesma legislação, que determina a relocação das barracas instaladas nas calçadas desses educandários, é conhecida como lei do perímetro de segurança escolar. Embora exista há 21 anos, só agora ela está sendo posta em prática, por iniciativa do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), como forma de combater o consumo e tráfico de crack e outras drogas, entre a juventude.
Ao presidir a sessão solene de assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Prefeitura de Taquaritinga do Norte, sobre a aplicabilidade da lei, o procurador-geral de Justiça, Aguinaldo Fenelon, disse que "a responsabilidade com a segurança pública não é somente do Governo, mas também da Prefeitura, que tem a obrigação de manter as ruas iluminadas e uma guarda civil mais atuante".
Em seguida, Fenelon lembrou sua condição de ex-professor da rede pública e enfatizou que o educador é o maior instrumento de transformação social. "Os professores têm papel decisivo nesse processo de combate às drogas entre os jovens", observou. Por fim, conclamou os educadores, os pais de família e os sacerdotes a se aproximarem mais das crianças e adolescentes, como forma de blindá-las contra as drogas. "A escola, a família e a igreja se distanciaram muito da nossa juventude e o resultado está aí", observou.
Para o prefeito de Taquaritinga do Norte, Evilásio de Araújo, "esta iniciativa do Ministério Público em fazer valer a lei do perímetro de segurança escolar em nossa cidade reveste-se da maior importância nas estratégias de prevenção ao tráfico e consumo das drogas". De acordo com o TAC firmado entre o MPPE e a Prefeitura local, o prefeito deverá encaminhar à Câmara Municipal um projeto de lei que implanta o perímetro de segurança escolar.
Por sua vez, o promotor de Justiça Iron Miranda disse que a nova legislação municipal "vai evitar que crianças e adolescentes tenham acesso fácil à bebida alcoólica, que é o primeiro passo para as drogas". Assim que a lei municipal entrar em vigor, as barracas localizadas a cem metros do epicentro das escolas públicas ou privadas serão relocadas para outras áreas da cidade.
Ao final do ato solene, Fenelon disse que vai percorrer os 184 municípios pernambucanos "para dizer em alto e bom som que o Ministério Público está contra o crack e que não vamos perder essa luta, porque nunca vi o Mal derrotar o Bem". Assinaram o TAC do perímetro de segurança escolar o procurador-geral de Justiça Aguinaldo Fenelon, o promotor de Justiça Iron Miranda, o prefeito de Taquaritinga do Norte Evilásio de Araújo, a presidente do Conselho Municipal da Criança, Laudicéa Gomes, e a coordenadora do Conselho Tutelar do Município, Suziane dos Santos Silva.

Ronda Escolar

Ronda Escolar terá cartilha em Criciúma

A fim de iniciar o segundo passo do projeto Ronda Escolar, a seção de instrução do 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Criciúma está elaborando uma Cartilha, onde o policial militar visitará os oitavos e nonos anos das escolas da rede pública e privada da cidade. Segundo a PM, na primeira etapa do projeto, 93 escolas estão sendo visitadas pelos policiais que, com uma Guia de Ronda, coletam a assinatura de algum funcionário certificando a passagem dele pela instituição.
Após ser elaborada, a cartilha será apresentada ao Conselho de Acompanhamento do projeto composto por doze diretores das escolas participantes, para adequá-la ao ensino fundamental. A cartilha tratará de assuntos relacionados à segurança escolar com recomendações e explicações sobre temas como bullying, trânsito, drogas, violência e vandalismo.
Na última etapa do projeto, programada para 2012, alunos dos segundos e terceiros anos do Ensino Médio participarão de um debate mediado por um policial militar, onde os próprios alunos trarão temas de seu interesse para o debate e o policial servirá apenas como um facilitador, orientando o rumo do debate.
A partir da discussão, será aplicado um teste com as turmas. O grupo que marcar o maior número de pontos ganhará um prêmio que ainda será definido. Outra meta dos criadores do projeto da Ronda Escolar é a implantação de um Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) formado pelos jovens que já participaram do projeto. Eles seriam responsáveis por aplicar a cartilha aos oitavos e nonos anos.

Baixada Santista

Um reforço para a segurança escolar
Da Redação
A Prefeitura implantará uma série de medidas nas unidades municipais de ensino de Santos a fim de garantir permanentemente a segurança de alunos, funcionários e professores. Trata-se do programa Área Escolar de Segurança, que intensifica a vigília e a prevenção no entorno das escolas, num raio de 100 metros. Em paralelo, todas receberão câmeras de monitoramento. O decreto que regulamenta a iniciativa foi publicado no Diário Oficial de hoje. Entre as ações previstas estão o aumento na fiscalização de comércio e ambulantes dos arredores, manutenção de calçadas, redutores de velocidade e limpeza em terrenos e edificações abandonadas. A distribuição de panfletos ou material gráfico de teor pornográfico ou de apologia às drogas será observada com rigor, assim como a prática de jogos de azar nas proximidades ou venda de bebidas alcoólicas. O decreto regulamenta a Lei Complementar 717/2011, que nasceu de um projeto de lei (PL) de autoria do vereador Arlindo Barros (PSDB). “Transformamos a intenção da lei, que é ótima, em ações concretas”, disse o prefeito João Paulo Papa. “Isso envolverá uma articulação entre secretarias municipais, Guarda Municipal, Vigilância Sanitária, Polícias Militar
e Civil”.
Na última sessão do Legislativo foi aprovado, em discussão preliminar, um substitutivo ao projeto de lei do vereador Geonísio Aguiar, o Boquinha (PMDB), que prevê a instalação de câmeras de monitoramento em todas as escolas da rede. Durante a análise do projeto de Arlindo Barros, em março do ano passado, o Gabinete de Assessoria Técnico-Legislativa (Gatl) vetou um artigo que reivindicava o mesmo, pois a medida vincularia o Executivo a “um procedimento administrativo”, e, portanto, violaria “a independência dos Poderes”. Sem o referido artigo, o projeto foi encaminhado ao prefeito, que o sancionou. Mas, ainda que o vereador Boquinha esteja solicitando as câmeras nas escolas, o procedimento já está em curso. “Desde fevereiro, a Prefeitura definiu que todas as 80 escolas da rede mais os dois Centros de Atividades Integradas (Cais) (Colégio Santista e Vila Mathias) receberão os equipamentos”, comentou Papa. No momento, três unidades municipais de ensino já utilizam as câmeras como parte do projeto-piloto: Cidade de Santos, Therezinha de Jesus e Pedro Crescente.Três empresas estão disputando o serviço: Telefônica, Ergus e Net Telecom. “Vamos analisar quais câmeras são mais compatíveis com nossas finalidades”, afirmou o prefeito. Ainda segundo o chefe do Executivo, a Secretaria de Educação definirá se o equipamento será instalado do lado de fora e dentro das unidades, em que pontos e a demanda. “A questão é importante, pois há os aspectos pedagógicos e os cuidados com a privacidade das pessoas”, finalizou o prefeito.


Cartilhas de Segurança


Prefeito Rodolfo entrega cartilhas de segurança na Escola Coronel
Sex, 05 de Agosto de 2011
Todas as escolas do município devem receber a cartilha com dicas de segurança pública
Na manhã desta quarta-feira, 03 de agosto, o prefeito Rodolfo Tardelli Meirelles acompanhou a entrega da Cartilha de Segurança e Prevenção Comunitária de Orlândia aos alunos da EMEB Coronel Francisco Orlando. Também estiveram na entrega o diretor municipal de Trânsito, Luiz Renato Lemos, que é presidente do Conseg (Conselho Comunitário de Segurança), o soldado PM Israel, Tenente Nícolas Pani, comandante do pelotão PM de Orlândia, a coordenadora municipal de Educação, Vera Lúcia Bruno e equipe escolar.
A diretora da escola, Tânia Sarti, explicou que os temas da cartilha serão trabalhados durantes as aulas, sendo que cada disciplina trabalha um tema.
O prefeito salientou aos alunos que o futuro de todos nós depende deles e pediu que todos cuidem da escola que em breve passará por reforma.
O presidente do Conseg salientou que todas as escolas devem receber esta Cartilha de Segurança e Prevenção Comunitária tem o intuito de orientar as pessoas em coisas simples, sempre pensando na segurança da comunidade.
Prefeito Rodolfo entrega cartilhas de segurança na Escola Coronel
Sex, 05 de Agosto de 2011
Todas as escolas do município devem receber a cartilha com dicas de segurança pública
Na manhã desta quarta-feira, 03 de agosto, o prefeito Rodolfo Tardelli Meirelles acompanhou a entrega da Cartilha de Segurança e Prevenção Comunitária de Orlândia aos alunos da EMEB Coronel Francisco Orlando. Também estiveram na entrega o diretor municipal de Trânsito, Luiz Renato Lemos, que é presidente do Conseg (Conselho Comunitário de Segurança), o soldado PM Israel, Tenente Nícolas Pani, comandante do pelotão PM de Orlândia, a coordenadora municipal de Educação, Vera Lúcia Bruno e equipe escolar.
A diretora da escola, Tânia Sarti, explicou que os temas da cartilha serão trabalhados durantes as aulas, sendo que cada disciplina trabalha um tema.
O prefeito salientou aos alunos que o futuro de todos nós depende deles e pediu que todos cuidem da escola que em breve passará por reforma.
O presidente do Conseg salientou que todas as escolas devem receber esta Cartilha de Segurança e Prevenção Comunitária tem o intuito de orientar as pessoas em coisas simples, sempre pensando na segurança da comunidade.

Segurança nas Escolas

Extraído de: Prefeitura Municipal de São Mateus  - Comissão discute segurança nas escolas



O Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM) definiu uma comissão para criar a Rede de Informação Escolar. Entre as atribuições da comissão, está organizar os encaminhamentos para a implementação da Rede, para posterior elaboração do plano de segurança nas escolas de São Mateus. A segurança escolar foi tema de reunião no Polo da Universidade Aberta do Brasil (UAB), com participação do secretário Municipal de Educação, Nelson Dias Andrade Júnior, do secretário Municipal de Defesa Social, Nilis Castberg, e de diretores escolares, no final de julho.
A criação da Rede de Informação Escolar foi sugerida pela Secretaria Municipal de Educação, que contou com amplo apoio da Secretaria Municipal de Defesa Social. O objetivo é dar mais segurança às escolas. Nilis Castberg explica que, entre os benefícios, estará o acionamento mais ágil das polícias e da Guarda Municipal. Segundo ele, também serão levadas às escolas informações sobre dependência química, bullying, violência dentro e fora das escolas, entre outros.
"O destaque é a segurança escolar. Poderemos passar para os alunos, por meio de palestras, informações sobre atos infracionais, o que é crime ou não, como pichações, porte de armas, ameaças, pequenas brigas. A Rede vai gerar informações para a comunidade escolar. Primeiro é preciso criar a Rede para ter o plano de ação. Os trabalhos vão-se concentrar na comissão, que vai analisar e encaminhar as propostas" -explica o secretário Nilis. A comissão criada tem representantes das secretarias municipais de Educação e de Defesa Social, da Superintendência Regional de Educação (rede estadual), das escolas públicas e privadas da Cidade e da zona rural, do ensino superior e das polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal.
O GGIM, por sua vez, é composto por representantes de todas as Secretarias Municipais, órgãos de segurança e polícias, escolas, Poder Judiciário e Ministério Público, Bombeiros, Exército, Secretaria Estadual de Segurança Pública e Executivo Municipal. O presidente do GGIM é o prefeito Amadeu Boroto.

sábado, 6 de agosto de 2011

Envenenamento em Escola do RS

05/08/2011 20h04 - Atualizado em 06/08/2011 14h12

Merendeira confessa ter envenenado comida em escola do RS, diz polícia

Mulher misturou creme de leite a veneno de rato ao preparar estrogonofe.
Segundo delegado, ela não soube explicar o motivo do crime.

Maria Angélica Oliveira Do G1, em São Paulo
Estrogonofe foi servido para alunos e professores; polícia encontrou pacotes vazios de veneno de rato (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
 
Estrogonofe foi servido para alunos e professores;polícia encontrou pacotes vazios de veneno de rato
(Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Uma merendeira confessou ter colocado veneno de rato no estrogonofe servido na Escola Estadual Pacheco Prates, em Porto Alegre, segundo a Polícia Civil.
O episódio aconteceu na quinta-feira (4). Vinte e duas crianças e 16 adultos almoçaram o prato servido e foram levados a um posto de saúde. A Secretaria de Educação informou, anteriormente, que as pessoas passavam bem.
Nesta quinta (5), a funcionária foi ouvida e confessou ter envenenado a merenda. Ela vai responder por tentativa de homicídio qualificado. A polícia pediu a prisão preventiva da merendeira, que trabalhava na escola desde o dia 11 de julho.
De acordo com o delegado Cleber Santos de Lima, ela não soube explicar o motivo do crime, afirmou que não tinha inimigos na escola e que, no momento em que preparava o estrogonofe, teve vontade de envenenar a comida.
escola saúde (Foto: Mateus Bruxel/Agência RB)
 
Pessoas que almoçaram foram levadas para posto de saúde (Foto: Mateus Bruxel/Agência RBS)
"Ela disse que misturou, junto com o creme de leite, dois pacotes de veneno de rato. Esse veneno estava lá porque a escola passou por uma reforma. (...) Duas merendeiras estavam fazendo o almoço e uma precisou ir ao posto de saúde. A indiciada aproveitou, colocou veneno e serviu o almoço", contou o delegado.
A mulher foi liberada porque não houve flagrante. A polícia aguarda o laudo técnico dos exames realizados nas pessoas que comeram o estrogonofe.

O Que Nós Aprendemos?

Documentário " O que nós aprendemos "

03/08/2011 às 17:20
Documentário mostra falta de segurança nas escolas




Com uma arma de brinquedo na mochila, uma câmera na mão e uma ideia na cabeça, o jovem Anderson Shon decidiu "invadir" dez colégios públicos de Salvador para saber o que mudou no sistema de segurança das instituições após o massacre em uma escola do Realengo, no Rio de Janeiro, que deixou 11 mortos em abril deste ano.

O resultado foi o documentário "O que nós aprendemos", filmado nos dias 25 e 26 de julho e publicado no YouTube no último sábado (30). Por enquanto, o vídeo tem pouco mais de 70 visualizações e ainda é desconhecido nas redes sociais, mas o seu objetivo foi alcançado, Anderson passou por 10 instituições de ensino sem passar por nenhum tipo de abordagem ou revista e provou que as instituições não oferecem segurança aos estudantes.
No documentário, o publicitário vai até o banheiro das instituições "invadidas" e retira a arma de brinquedo da mochila, mostrando como uma pessoa poderia facilmente reproduzir a ação de Wellington de Oliveira, atirador que matou 11 crianças no Rio de Janeiro. 

Nas unidades onde encontrou maiores dificuldades para entrar, quando foi questionado sobre o motivo da ida ao colégio, Anderson consegiu enganar a segurança com justificativas simples, dizendo que precisava ir ao banheiro ou solicitar o seu histórico escolar, como fez o atirador do Rio. 
Em entrevista ao Correio24horas, o publicitário de 23 anos, morador do bairro da Caixa d'Água, não quis revelar por quais colégios passou. "Quero que as pessoas pensem que eu passei por seu colégio, para que todos cobrem mais segurança nas instituições em que estudam", explicou o jovem, que também passou pelo colégio onde estudou na infância. "Na época, não tinha noção que era tão perigoso estar naquele local", acrescentou Anderson, que também estudou durante alguns anos em São Cristóvão, no Rio de Janeiro. 

A ideia de produzir o vídeo surgiu depois que ele foi fazer uma visita a um amigo em uma escola de Salvador e percebeu como era fácil entrar na unidade, mesmo depois da tragédia no Rio. "Sempre trabalhei na linha do humor, publicando vídeos no blog Los Machine, mas depois deste fato vi que a falta de segurança nas escolas era um assunto muito sério para ser ignorado".  Anderson aguarda o resultado da sua especialização em educação e espera poder colaborar para não ver mais pais chorando no país que ele acha que não aprende com seus erros.
Fonte: Correio

REALENGO - TRAGÉDIA DE ABRIL


Vítimas de Realengo não recebem assistência necessária, diz deputado 

O deputado Roberto de Lucena (PV-SP), que, junto com outros cinco parlamentares, visitou a escola de Realengo, no Rio de Janeiro (RJ), que sofreu o ataque de um atirador em abril deste ano, disse há pouco que muitas vítimas não estão recebendo os cuidados médicos necessários. “Junto com o silêncio da mídia, houve o silêncio das autoridades. São inúmeros os casos de urgência de procedimentos médicos, mas, mesmo assim, não há vontade política para que essas situações sejam resolvidas”, afirmou. Pelo menos 12 pessoas morreram em decorrência do massacre.
A visita dos deputados ocorreu no início do mês passado. No encontro, uma associação das famílias das vítimas fez reivindicações para melhoria da segurança nas escolas. Entre elas:- instalação de detectores de metal nas escolas;- marcação de horário para recebimento de visitantes, fora do horário escolar;- avaliações psicológicas periódicas dos alunos e registro de possíveis problemas;- atuação permanente de profissionais da área de segurança, como policiais ou bombeiros, nos colégios;- tratamento psicológico contínuo para as famílias das vítimas de Realengo.
Lucena, que é presidente da frente parlamentar de combate ao bullying e outras formas de violência, participa neste momento de reunião do grupo. O encontro foi marcado para prestação de contas sobre as atividades do colegiado no primeiro semestre e definição da agenda para o restante do ano.
Polícia
03 de Agosto de 2011 - 15:14
Policiais aposentados em MT poderão ajudar na segurança nas escolas
Fonte: Só Notícias

As secretarias estaduais de Segurança Pública, Justiça e Direitos Humanos, de Educação, e 65 gestores de escolas estaduais de Cuiabá e Várzea Grande vão também intensificar as orientações e campanhas educativas como uma das alternativas para reduzir a violência nas escolas. Mês passado, um menor foi assassinado, dentro de uma unidade escolar em Cuiabá, por um delinquente.
As escolas dos bairros onde foi constatado alto grau de vulnerabilidade social farão as ações do programa Escola Segura, que faz parte Plano Estadual de Enfrentamento às Drogas (Pead), com foco na prevenção, repressão, tratamento e financiamento de ações no combate ao principal motivo de crimes em Mato Grosso: as drogas.
O Escola Segura prevê a inclusão de policiais aposentados para atuar nas escolas identificadas com problemas de diversas naturezas, realizando a prevenção de possíveis crimes. Esses policiais serão cadastrados e capacitados para atuar nas escolas, informa a assessoria. Não foram apontados quantos vão ser "recrutados" para fortalecer estas ações.
Os projetos sociais da Sesp como Rede Cidadã e Proerd também deverão ser aplicados nas unidades. Para o gerente de Projeto Educativo da Seduc, Alan Kardec Benitez, esses projetos deverão ajudar a diminuir o índice de delitos no ambiente escolar. "Queremos fortalecer o projeto. Por isso montamos o Núcleo da Escola Segura, que terá por finalidade inibir a criminalidade e orientar os estudantes por meio de atividades educativas", disse o representante da Secretaria de Educação.

Violência nas Escolas em 2010



62% das escolas estaduais tiveram episódios de violência em 2010


Quinta-feira, 04 de agosto de 2011 Os registros de violência usados como referência constam nos questionários do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo
Cerca de 62% das escolas estaduais de São Paulo registraram, durante o ano passado, situações diversas de violência dentro do ambiente escolar, de acordo com relatos dos próprios diretores. São roubos, depredações, pichações, violência contra alunos, professores e funcionários e até brigas entre estudantes.
Os registros de violência usados como referência constam nos questionários do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) de 2010, respondidos por 4.960 diretores de escolas.

O Saresp avalia, anualmente, o desempenho dos alunos dos 3.º, 5.º, 7.º e 9.º anos do ensino fundamental e do 3.º ano do médio da rede estadual, em língua portuguesa e matemática.

Em cada edição, além das provas, o Saresp tem questionários que são respondidos por pais, alunos, professores e diretores, com o objetivo de também avaliar a qualidade da educação.

Experiências

Para professores de escolas estaduais que já vivenciaram situações de violência dentro do ambiente de trabalho, a insegurança faz parte do cotidiano. "Em 15 anos na rede, já presenciei muita coisa: destruição de mesas, carteiras, vidros e lousas. E os alunos destroem por maldade mesmo", diz a professora Ana (nome fictício), de 62 anos, que leciona geografia e história em escolas da zona leste. "Também não levamos celular para a aula porque já houve casos de roubo dos telefones."

Ana passou por um caso grave de agressão. Há cinco anos, um aluno chutou a porta da sala de aula por fora, e ela, que estava próxima, acabou caindo no chão. Segundo a professora, algumas cadeiras caíram em cima dela. "Eu desmaiei com a pancada na cabeça", lembra. Hoje, ela está em processo de readaptação, auxiliando professores e a direção de uma escola. Ela não pensa em voltar a lecionar.

Brigas entre alunos e conflitos entre pais de estudantes também são comuns nas escolas. Sinval Soares, de 26 anos, dá aulas de artes no Capão Redondo, zona sul, e já presenciou alguns. "Já vi até briga de um pai com um estudante que não era filho dele", lembra. "Parece que essas pessoas não têm noção de cidadania." Para ele, a ronda escolar deveria ser mais eficaz.

A mãe de Sinval, Ginoveva Soares, de 58 anos, também é professora. Ela, que leciona biologia, foi espancada pela mãe de um aluno da 7.ª série em junho, em uma escola estadual da mesma região. Ginoveva havia mandando o estudante para a diretoria, por mau comportamento.

"Tenho medo de sair de casa e muita angústia por ter sido afastada", diz ela, que foi diagnosticada com estresse pós-traumático e depressão aguda. "Eu amo o que faço, amo dar aulas."

Políticas públicas
Para os especialistas em educação, o alto índice de 62% deve ser analisado a partir das áreas com maior número de denúncias. "O governo deve verificar os locais de maior incidência", explica Mozart Neves Ramos, do Todos pela Educação. "A violência do entorno normalmente acaba aparecendo dentro da escola, que acaba refletindo o ambiente em que ela está inserida, especialmente em territórios de maior vulnerabilidade social."

De acordo com ele, as ações para combater esse tipo de situação no ambiente escolar devem fazer parte de um conjunto de políticas de Estado, envolvendo outras áreas, como saúde e segurança pública.

O Estado de S. Paulo

Lei do Perímetro Escolar

Vertentes prepara implantação da lei do perímetro de segurança escolar

O procurador-geral de Justiça, Aguinaldo Fenelon, e o promotor de Justiça da Comarca de Vertentes, Jaime Adrião, firmaram nesta quinta-feira (28) com o prefeito Romero Leal Ferreira, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em torno da implantação da Lei do Perímetro de Segurança Escolar em Vertentes.
De acordo com os entendimentos entre o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e a Prefeitura de Vertentes, o Executivo municipal tem um prazo de trinta dias para encaminhar à Câmara Municipal projeto de lei destinado a estabelecer a expedição de alvarás de funcionamento para estabelecimentos comerciais, tais como bares, restaurantes, churrascarias ou similares, observando-se o cumprimento da Lei do Perímetro de Segurança Escolar, estabelecido num raio de 100 metros, a partir do epicentro de toda unidade de ensino, seja ela pública ou particular.
De acordo com a lei municipal a ser criada em Vertentes, tomando como base a Lei Estadual 10.454/90, ficam proibidas a poluição sonora e a venda de bebida alcoólica e outras substâncias nocivas à saúde, nesses perímetros. A ideia é afastar das escolas pessoas que tenham a intenção de praticar infrações de toda ordem, estimuladas pelo consumo de bebidas alcoólicas e outras substâncias nocivas.
"A lei existe há 21 anos e nunca saiu do papel, mas agora vamos fazer com que ela seja cumprida em todo o Estado, do Sertão ao litoral", argumentou Fenelon, lembrando que "o objetivo dessa lei é proteger a comunidade escolar - alunos, professores e funcionários dos estabelecimentos de ensino - porque sabemos que algumas barracas instaladas nas calçadas das escolas podem servir também como ponto de tráfico de drogas".
Para o prefeito Romero Leal, "a atuação do Ministério Público em nossa cidade, com a proposta de implantação da Lei do Perímetro Escolar, vem reforçar nossa luta contra o crack e outras drogas". No mesmo tom, o presidente da Câmara Municipal, vereador Pedro Panela, disse que o projeto de lei será examinado pelo Legislativo municipal com a urgência que o tema merece.
Também participaram do encontro os promotores de Justiça Paulo Augusto Oliveira (Caruaru), Hiron Miranda (Taquaritinga), Rinaldo Jorge (Santa Maria do Cumbucá) e Garibaldi Cavalcanti (Surubim), além de secretários municipais.
Paulo Augusto de Oliveira, vão ao município de Vertentes nesta quinta-feira (28) entregar oficialmente ao prefeito Homero Leal o modelo do anteprojeto de lei municipal que cria o perímetro de segurança escolar. O encontro acontece a pedido do próprio prefeito, que demonstrou interesse em implantar esta lei na cidade, como forma de reduzir o índice de criminalidade, dar combate ao tráfico e consumo de droga e promover a segurança de professores, estudantes e pais de alunos num raio de cem metros das escolas públicas ou particulares, em funcionamento no município.
Também de acordo com o anteprojeto de lei, o município deve fazer o cadastramento de todos os estabelecimentos que desenvolvam atividades comerciais, sociais, recreativas e de propaganda do Município. Além disso, a Prefeitura de Vertentes deverá regularizar a concessão de alvarás de funcionamento com as restrições definidas na Lei do Perímetro de Segurança Escolar. Por fim, o Executivo Municipal deverá promover ampla campanha educativa, veiculada através de material escrito, nas emissoras de rádio e outros meios de comunicação disponíveis, destinada aos proprietários dos estabelecimentos comerciais, e notificar os donos de bares, restaurantes e similares, existentes próximos às escolas, sobre a proibição de venda de bebidas alcoólicas e outras substâncias nocivas. Essa proibição será fiscalizada pelos órgãos competentes do município, pela Polícia Militar e pelo Conselho Tutelar.

Por uma Cultura de PAZ

Segurança nas Escolas
28/07/2011 - 18h10m


A violência recorrente dentro das escolas, entre alunos. Entre alunos e professores levou a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) a promover um seminário para debater os temas ligados ao assunto.
Com o tema Por uma Cultura de Paz o seminário será realizado em diversas cidades mineiras. O objetivo é , além de promover o debate sobre a questão da violência nas escolas,levantar os problemas enfrentados pelos alunos e profissionais da educação das diversas regiões, decorrentes da violência dentro e fora do ambiente escolar. Também serão discutidas propostas de integração de órgãos e políticas públicas relacionadas à questão. Todas as informações obtidas durante os seminários serão utilizadas como subsídios na formulação de políticas públicas visando à prevenção e ao combate à violência nas escolas, estas serão apresentadas em forma de propostas e votadas em uma plenária final, em Belo Horizonte. O documento final do fórum técnico será encaminhado com sugestões de ações aos diversos órgãos competentes.
A próxima cidade mineira a receber o Seminário é Janaúba, no Norte de Minas. Os interessados em participar já podem se inscrever através do site da ALMG. O encontro será realizado no próximo dia 11 de agosto, no Centro Cultural Marly Soares.
Durante o fórum os participantes vão trocar experiências, debater e propor ações para a prevenção à violência e ainda, a integração multiprofissional como forma de combate à violência atual.
Todos os interessados em transformar o panorama da educação em Minas Gerais estão convidados a participar.
 

Doação de Órgãos

Lançamento de Livro - Sicurezza

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Programa de Segurança Escolar

GDF lança programa de segurança nas escolas da rede pública

27/07/2011

Inicialmente, 40 unidades de ensino contarão com uma dupla de policiais que fará patrulhamento durante o dia e à noite

O Governo do Distrito Federal lançou, na manhã desta quarta-feira (27), o programa Muita Calma Nessa Escola, no Centro Educacional 04, do Guará I. A iniciativa está ligada à política de segurança pública, cujo objetivo é combater a violência e impedir o tráfico de drogas nas escolas do DF. O programa é uma parceria entre as Secretarias de Educação e de Segurança Pública, Polícia Militar, Batalhão Escolar e do Departamento de Trânsito (Detran).
Na ocasião, o governador do DF, Agnelo Queiroz, explicou que a primeira fase de implantação do Muita Calma Nessa Escola vai atender 40 unidades educacionais da rede pública e contará com um policiamento ostensivo. Serão dois policiais nos três turnos de aula, que farão patrulhamento nas áreas internas e no entorno dos colégios. A ação vai seguir as mesmas diretrizes do Policiamento Comunitário, visando a integração e parceria com a população.
“Queremos ampliar o atendimento do Batalhão Escolar junto a outras ações como seminários e palestras. Os policiais realizarão o patrulhamento em busca de integração e fortalecimento do vínculo com a sociedade, identificar os problemas, além de cumprir uma tarefa importante e essencial que é a formação da juventude”, ponderou Agnelo Queiroz.
A Secretaria de Educação terá o papel de conscientizar os alunos e familiares promovendo o combate ao bulliyng e ao uso de drogas, além de ensinar a importância de preservar os prédios públicos. Até o final de 2011, deve dobrar o número de escolas atendidas pelo sistema de policiamento integral.
Para a titular da SEDF, Regina Vinhaes, o CED 04 é uma instituição que está se transformando. Ela avalia que foi um bom lugar para se iniciar o programa. “Os alunos sentem orgulho de estudar aqui. É um ambiente democrático, onde os diretores foram eleitos pela comunidade. Uma escola mais segura proporciona um ensino melhor”, disse a secretária.
Segundo o secretário de Segurança, Sandro Avelar, o critério utilizado para selecionar as unidades de ensino que participam inicialmente do programa foi o índice de criminalidade local. Ele acredita que a presença dos policias nas escolas, durante o dia e à noite, fará a diferença. “Os policiais militares estarão presentes nessa escola de forma permanente. Assim, eles irão conhecer a comunidade e a comunidade irá conhecê-los. Esse relacionamento facilitará a implementação das normas de segurança”, ressaltou.
A expectativa é de que a permanência dos policias irá reduzir a criminalidade dentro e ao redor das escolas. “Dessa forma, afastaremos os traficantes, impedindo a violência e o bullyng entre os alunos”, afirmou o secretário de Segurança. As escolas que ainda não foram beneficiadas devem receber rondas regulares em seu perímetro.
Ascom

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Operação Volta às Aulas em São Paulo

01/08/2011 06h10 - Atualizado em 01/08/2011 07h38

CET faz Operação Volta às Aulas em São Paulo

Objetivo é diminuir impacto no tráfego com fim das férias na segunda-feira.
Início do período letivo causa acréscimo de 20% nas viagens na cidade.

Do G1 SP

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) inicia nesta segunda-feira (1º) a Operação Volta às Aulas nas proximidades de 131 escolas públicas e particulares de São Paulo. De acordo com a companhia, o objetivo é orientar e fiscalizar o trânsito nas proximidades das escolas cujo tráfego intenso tem mais chances de causar distúrbios no sistema viário. A CET também pretende diminuir o impacto no trânsito com o fim das férias, gerado pelo acréscimo médio de 20% no número de viagens realizadas na cidade.
A operação conta com 263 agentes da CET e funcionários das escolas. O trabalho de fiscalização deve se estender durante todo o semestre letivo. Segundo a CET, filas duplas e estacionamentos irregulares vão ser as infrações mais fiscalizadas.
O projeto conta com quatro operações distintas para serem aplicadas em 131 escolas:
Operação Contínua
A operação deve ser aplicada em 20 escolas localizadas em pontos estratégicos da cidade e que geram grande número de viagens nos horários de entrada e saída das aulas. Equipes da CET devem operar diariamente nos locais.
Confira as 20 unidades de ensino com maior impacto no trânsito.
Instituição de ensinoEndereço
Universidade Presbiteriana MackenzieRua da Consolação, 996
Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP)Rua Alagoas, 903
Colégio Boni ConsiliiAlameda Barão de Limeira, 1379
Escola Móbile IRua Araguari, 167
Escola Móbile IIRua Diogo Jácome, 848
Escola Viva IIRua Professor Vahia de Abreu, 488
Escola Viva IIIRua Professor Vahia de Abreu, 356
Escola Viva IVRua Professor Vahia de Abreu, 336
Colégio Presbiteriano MackenzieRua Itambé, 135
Colégio Nossa Senhora AparecidaAvenida Juriti, 368
Colégio RenascençaRua São Vicente de Paulo, 659
Colégio Rio BrancoAvenida Higienópolis, 996
Colégio São LuísRua Haddock Lobo, 400
Colégio Dante AlighieriAlameda Jaú, 1061
Colégio BritânicoRua Juquia, 166
Colégio PalmaresAvenida Pedroso de Moraes, 1341
Colégio BandeirantesRua Estela, 268
Colégio ArquidiocesanoRua Domingos de Morais, 2565
Colégio Santa MariaAvenida Sargento Geraldo Santana, 901
EMEF Engenheiro José AmadeiRua Raimundo Lopes, 11
Operação Periódica
A operação deve ser aplicada em 65 escolas localizadas em áreas que podem eventualmente provocar impactos à fluidez do trânsito. Os locais contarão com equipes de agentes da CET nos horários de entrada e saída dos alunos periodicamente.
Operação Supervisionada
A operação será aplicada em 29 escolas que raramente causam impacto sobre o trânsito. A CET faz um treinamento com os funcionários dessas instituições para desenvolver ações operacionais básicas e de orientação. Nos primeiros dias de atuação destes funcionários, uma equipe da companhia vai atuar no local para consolidar a rotina.
Ação Educativa
Aplicada em 17 escolas, a operação consiste em um treinamento prévio da CET com os funcionários ou parceiros das escolas, que desenvolvem ações básicas de segurança e orientação de travessia.
Autuações e recomendações
De acordo com a companhia, os veículos que cometerem infrações no trânsito poderão ser autuados de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro. As infrações consideradas gravíssimas são ultrapassar semáforo vermelho e transportar criança sem observância das normas de segurança. Os motoristas que forem flagrados cometendo estas faltas podem ser multados em R$ 191,54.
Para evitar problemas no trânsito, a CET recomenda que crianças sejam transportadas no banco de trás dos veículos, usando cinto de segurança ou assentos apropriados. A companhia também aconselha que o embarque e o desembarque dos alunos sejam feitos pelo lado da calçada.