sábado, 28 de abril de 2012

DIA NACIONAL DA EDUCAÇÃO - 28 DE ABRIL






No dia 28 de abril, comemora-se o Dia Nacional da Educação. Para o pedagogo Júlio Cézar Furtado, doutor em Ciências da Educação pela Universidade de Habana (CUBA), a data deveria servir de base para as comemorações em todo o país: “Infelizmente, uma tentativa, que não traduz uma verdadeira mobilização social. É um dia em que se tenta sensibilizar a sociedade para a questão da educação e deveria ser assumido pelos educadores. É um dia, teoricamente, dedicado à reflexão dos educadores e das famílias, para conscientizar sobre a necessidade de se ter uma educação de qualidade e, sobretudo, deixar claro o que é uma educação de qualidade. No Dia Nacional da Educação deveríamos clamar por um “Procon” específico do setor”.
Para celebrar o Dia Nacional da Educação, São Paulo sediará o 17º Educador – Congresso Internacional de Educação, em conjunto com a 17ª Educar – Feira Internacional de Educação e o 6º Educador Management – Seminário de Gestão em Educação, a ser realizado nos dias 12 a 15 de maio de 2010.
O evento contará com 65 palestrantes Nacionais e Internacionais, dentre eles Júlio Cézar Furtado, Nilbo Nogueira e Mário Sérgio Cortella.
Refletindo sobre esse Dia Nacional, o Prof. Dr. Mário Sérgio Cortella afirma “Paulo Freire, falecido em 02 de maio de 1997, menos de uma semana depois do Dia Nacional da Educação, nos deixou inúmeras obras fundamentais, sendo que uma delas foi a Pedagogia da Esperança; por outro lado, pouco tempo antes de nos deixar, houvera registrado algumas contundentes reflexões que foram publicadas postumamente sob o tí­tulo Pedagogia da Indignação. Ambas as palavras cabem bem dentro do conceito de Educação e, mais ainda, da Educação Escolar: Esperança e Indignação. Esperança ativa na construção da dignidade coletiva e Indignação impaciente com qualquer ameaça à fraternidade decente”.
Já o Prof. Dr. Nilbo Nogueira, doutor em educação pela PUC-SP e mestre em educação pela USP, pondera sobre a questão da aprendizagem e a tecnologia, tema em foco atualmente na área educacional. “Se a metodologia não for alterada não há milagre tecnológico que possa dar conta de todos os problemas educacionais”. No 17º Educador, Cortella apresentará a palestra “Metodologia x Tecnologia: Questionamentos e Inovações para uma Nova Escola”.

FONTE PORTAL UNICAMP

sábado, 7 de abril de 2012

Um ano após Realengo

07/04/2012 16h18 - Atualizado em 07/04/2012 16h18

Um ano após massacre de Realengo, vítimas são homenageadas no Cristo


Familiares e amigos de jovens assassinados fizeram orações no Corcovado.
Uma carreata está prevista para a tarde deste sábado (7), em Realengo.

Do G1 RJ


Parentes e amigos dos jovens assassinados na escola Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste, fizeram uma homenagem às vítimas, neste sábado (7), um ano após a tragédia. De acordo com o RJTV, a pedido das mães, amigos a familiares fizeram orações para os jovens mortos aos pés do Cristo Redentor. Muito emocionadas, as mães jogaram pétalas de rosa do alto do Corcovado.
Na noite de sexta-feira (6), parentes fizeram uma vigília na porta do colégio. Além de orações, eles disseram o nome de cada uma das vítimas e conversaram entre si para tentar amenizar a perda.

No dia 7 de abril de 2011, o ex-aluno Wellington de Oliveira entrou armado no colégio, invadiu duas salas, assassinou 12 adolescentes (2 meninos e 10 meninas) e cometeu suicídio em seguida. Um ano após a morte das crianças, a escola foi reformada, mas, para algumas mães, ainda é difícil deixar os filhos na escola.

“Foi uma coisa muito gravada, e a gente não esquece o acontecimento. Só que eu acho que a gente tem que botar para frente e não pensar no passado. Temos que viver o presente”, disse Marinês Alves Figueiredo, mãe de um aluno do colégio.

Na época da tragédia, a Tasso da Silveira tinha cerca de mil alunos. Quarenta crianças pediram para ser transferidas logo depois do massacre, mas hoje o colégio tem 1.160 alunos estudam no local.

Também está programado para a tarde deste sábado uma carreata em Realengo, para homenagear as vítimas.

terça-feira, 3 de abril de 2012

POR MAIS SEGURANÇA NA ESCOLA

Educação
 
03 de Abril de 2012 - 09:03
Sinop: professores fazem paralisação e cobram mais segurança em escola
 
Fonte: Só Notícias/Karoline Kuhn

Os professores e profissionais da escola estadual Enio Pipino querem mais segurança para desempenhar suas atividades após as constantes ameaças feitas por alunos. Ontem, de acordo com o diretor José Aparecido Zaniboni, os servidores fizeram uma paralisação e reunião com pais, representantes do Conselho Tutelar e da polícia para "estabelecer novas normas disciplinares" a serem aplicadas.
A direção cobra também, da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), a presença de mais um agente de segurança para atuar no pátio, à tarde "para fazer as vistorias pois dentro da direção não conseguimos ver tudo o que está ocorrendo do lado de fora. Há pessoas de fora pulando o muro para bater em alunos nossos e temos muitos alunos que não querem nada, vem apenas para atrapalhar", explicou, ao Só Notícias.
A função de agente de pátio não existe oficialmente na grade educacional e depende da autorização da Seduc para ser feita contratação. Ano passado, motivos semelhantes fizeram a direção cobrar um agente para o período noturno. " Ano passado, pedi três, uma para cada turno porque tem o problema em todos. Quando liberaram para o noturno, afirmaram que em breve liberariam mais. Estamos aguardando", destacou.
Além de pessoas que pulam o muro para entrar na escola, Zaniboni apontou que ocorrem muitas ameaças. "Muitos alunos da tarde aterrorizam os professores e também os alunos que querem contar algo para a direção, mas não podem porque acabam ameaçados e perseguidos", reforçou. A direção também tem pedido pelo apoio da ronda escolar da Polícia Militar. A escola conta ainda com oito câmeras de monitoramento instaladas. "Com as câmeras reduziu um pouco a quantidade de ocorrências. Para esse ano vamos pegar mais oito", apontou.
Zaniboni apontou ainda que, há alguns anos, era mais difícil essas situações ocorrerem pois os estudantes "cresciam junto com a escola. Nós ficamos apenas com o ensino médio. Os alunos vem de outras escolas, fora de Sinop também. Eles não tem mais aquele amor pela escola, não tem mais aquela familiaridade como tinham aqueles que começaram na pré-escola, por exemplo", exemplificou.
Desde 2009, quando foram desenvolvidos trabalhos de redimensionamento escolar em Sinop, a escola Enio Pipino começou a ofertar apenas o ensino médio (1º ao 3º ano). "A tarde ainda tem duas sétimas e duas oitavas que estão terminando. Na época ficamos com as 5ª séries e não abrimos mais novas turmas, então elas estão finalizando. Ano que vem ficam apenas duas oitavas e, posteriormente, apenas o ensino médio", finalizou.