sábado, 29 de setembro de 2012

ACESSIBILIDADE É DIREITO DE TODOS


CURSOS PPD - COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

PRÊMIO PROFESSORES DO BRASIL


GESTÃO ESCOLAR E SEUS DESAFIOS


Gestão escolar enfrenta grandes desafios

19 de setembro de 2012

Gerir uma escola a fim de garantir uma educação de qualidade e fazer com que a gestão seja democrática é o papel fundamental do gestor escolar. É o que diz os artigos 14 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB e 22 do Plano Nacional de Educação – PNE, que ressaltam a importância da participação desses profissionais da educação na elaboração  do projeto pedagógico democrático da escola. Parece simples, mas para desempenhar esse papel, o gestor escolar enfrenta desafios que vão muito além de cumprir e fazer cumprir leis e regulamentos.

“Fazer com que as crianças compareçam à escola e tenham um aprendizado significativo, estimular constantemente os professores, criar ações democráticas para a participação dos pais na escola. Sim, os desafios são constantes”, afirmou a diretora Ana Paula Maria Santos Ferraz, da Escola Municipal Professora Mareide Monteiro de Lima, em Ribas do Rio Pardo (MS).
São muitas as dificuldades existentes no dia-a-dia de um gestor e a evasão escolar é uma das mais citadas pelos profissionais. “O desafio mais árduo para mim é fazer com que as crianças compareçam diariamente na escola. Temos que ficar de olho na frequência do aluno. Se ele falta por dois ou três dias, já ligamos para os pais. Dependendo do caso, vou até a casa do aluno e, às vezes, tenho que acionar o conselho tutelar”, contou Ferraz.
Para o coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, a evasão ocorre porque o aluno não tem estímulo para ir à escola. “E o que causa esse desestímulo é a falta de infraestrutura e de recursos. Uma escola sem quadra, pátio, salas de aula adequados, entre outros problemas, não é atrativa para o aluno”, disse. Cara explicou, ainda, que o jovem prefere ir atrás de um emprego que lhe dê poder de compra do que frequentar uma instituição que “não está agregando valor” na concepção do jovem. “Ele dá muito mais valor ao emprego do que à educação”.
Para estimular a assiduidade nos alunos, Célia Rocio Costa, diretora da Escola Municipal Prefeito Otávio Furquim, em Rio Branco do Sul (PR), fez algumas reformas significativas. “Fizemos um refeitório, proporcionando um ambiente digno para os alunos se alimentarem. Fizemos também uma sala de leitura, com móveis novos, para que os alunos se sintam à vontade no momento de leitura”, contou.
Estímulo aos professores
Entre os desafios mencionados pelos profissionais ouvidos para esta matéria está o estímulo constante ao professor, lembrando do seu importante papel como educador. “Procuro estimulá-los sempre a participar da formação continuada. Ou seja, a fazer cursos de aperfeiçoamento disponibilizados pelo Ministério da Educação – MEC, ou cursos gratuitos online”, disse Costa.
Já Ferraz adotou o sistema de reuniões pedagógicas. “Nas reuniões, raramente aponto questões negativas. Sempre procuro destacar a qualidade dos meus professores. Debatemos experiências que deram certo, discutimos o que melhorar, entre outros”, explicou.
Para Cara, o professor deve ser estimulado pela valorização de seu trabalho, atitude que partirá da gestão pública. “Para garantir uma boa gestão, é necessário ter bons funcionários na escola e, para tê-los, é preciso valorizá-los com bons salários e melhores condições”, disse.
Participação dos pais e da comunidade
A gestão democrática é outro ponto importante ressaltado pelas diretoras. “Unir o grupo escolar como um todo – professores, funcionários, direção e pais de alunos – é difícil. Os pais não têm muito tempo para participar das atividades da escola. Essa é uma grande dificuldade. Para vencer isso, nós fazemos reuniões fora do horário de trabalho. Fazemos palestras para os pais, apresentamos os projetos da escola, etc. Geralmente, quando agimos assim, temos boa participação”, contou a diretora da Escola Municipal Prefeito Otávio Furquim.
Na Escola Municipal Emílio Alves Rios, localizada em Vazante (MG), o problema com a participação dos pais é a maior dificuldade enfrentada pela diretora Leida Maria da Costa Gomes Oliveira. “A escola é localizada na zona rural. Os pais não participam porque não têm tempo. Os alunos são filhos de trabalhadores rurais, que cuidam das terras diariamente e moram muito longe”, contou.
Para conseguir ter um pouco de contato com os responsáveis, Leida criou uma regra. “Decidimos que o boletim deve ser entregue somente aos pais ou responsáveis do aluno pessoalmente. Aproveitamos a oportunidade para expor os problemas do filho e pedir ajuda”, explicou.
Porém, não é só a comunidade que deve interagir com a escola. A gestão pública do município deve estar alinhada às ações da instituição. “As escolas devem ter metas vindas da gestão pública e isso não acontece. Um problema grave no Brasil é que o gestor tem que desenvolver ações no escuro”, disse Cara.
Qualidade de ensino
Outro tema que merece destaque no quesito gestão escolar é a garantia de uma educação de qualidade. A Escola Municipal Prefeito Otávio Furquim recebeu nota 5 no último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb, média considerada alta para a região. Para atingir essa média, Costa procurou desenvolver o hábito da leitura em seus estudantes. “Temos o projeto Pequeno Escritor. Fizemos uma parceria com a editora Edelbra e os alunos escreveram um livro, que foi devidamente editado e impresso. A ideia deu tão certo que a Secretaria Municipal de Educação resolveu adaptar para as demais escolas da cidade”, contou.
A diretora acredita que, ao desenvolver o hábito de leitura e escrita nos alunos, eles foram motivados a estudar para outras disciplinas também. “Esse projeto incentivou a leitura e isso acabou colaborando para todas as disciplinas. Talvez esse tenha sido o segredo para atingir uma boa média no Ideb”, disse.
Para Cara, a escola deve estimular o estudo por meio de ações próprias coordenadas com o planejamento público. “Tem que existir um plano nacional de Educação que deve ser referência para um plano estadual. E o plano estadual deve dialogar com o municipal, responsável pela gerência direta com as escolas. Dessa forma, o gestor teria metas, teria o caminho para o sucesso da gestão”, explicou.
Além disso, Cara acredita que o diretor deve conhecer muito bem a sua escola. “Ele deve saber se a escola está indo bem ou mal. Deve saber identificar as dificuldades, expô-las ao poder público para poder agir em conjunto”, concluiu
Por Luana Costa / Blog Educação

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

MEC FAZ PARCERIA COM O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA


MEC faz parceria para combater violência nas escolas

Agência Brasil

Para enfrentar a violência nas escolas brasileiras, o Ministério da Educação assinou nesta quinta-feira uma parceria com o Conselho Federal de Psicologia. A parceria prevê um estudo sobre violência nas escolas, elaboração de materiais didáticos e formação de professores para o combate à violência no ambiente escolar.


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De acordo com o ministro Aloizio Mercadante, oito universidades também vão colaborar com o projeto. Entre os temas que serão trabalhados dentro das escolas estão enfrentamento às drogas, gravidez precoce, homofobia, racismo, discriminação, bullying e bullying eletrônico (feito por meio das redes sociais).



“Temos estimado em torno de 8 mil jovens, meninos e meninas, que voltam para casa com todo tipo de constrangimento e que muitas vezes são vítimas de bullying na escola. Precisamos tratar esses temas com responsabilidade e cuidado, mas enfrentá-los no sentido de respeito à diversidade, ao outro, a valores como os direitos humanos. Os professores e alunos também precisam aprender a solução dos conflitos por meio de diálogo”, disse o ministro.



Segundo Mercadante, o trabalho de campo será feito em todo o país. “Vamos trabalhar em todas as regiões do país, nos vários níveis do processo educacional - com pais, alunos e professores - e elaborar materiais pedagógicos, programas de prevenção e subsídios para aprimorar a prática pedagógica e criar uma escola mais atrativa, feliz, respeitosa e pacífica”, disse.



O projeto, de acordo com o ministro, terá início em breve. “Em duas semanas estaremos iniciando o processo de trabalho, mas eu diria que o desenvolvimento pleno desse trabalho é para 2013”.



A expectativa do ministro é que, com esse projeto, os “professores tenham mais subsídios e melhores condições para lidar com esses desafios”. Os novos materiais didáticos, voltados para o combate da violência nas escolas, estará disponível logo após a pesquisa de campo ser finalizada. Também será desenvolvido um trabalho de formação de professores para trabalhar com esses temas nas escolas.



Para Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e conselheiro do Conselho Nacional LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), a parceria é positiva.



“Vejo com bons olhos a ampliação dessa parceria. É fundamental não só para a questão da homofobia como também para a que envolve drogas, bullying etc. É fundamental que a escola seja um lugar seguro para que as pessoas possam estudar, não sejam discriminadas e não sofram a violência que muitas vezes faz parte do cotidiano escolar”, falou.



Segundo Reis, a escola é um dos ambientes mais importante para que esse trabalho seja desenvolvido. “A escola é um momento em que as pessoas convivem e as pessoas têm que aprender a respeitar o outro e esse outro pode ser evangélico, católico, ateu, de uma religião africana, judeu ou indígena, mas as pessoas têm que aprender a respeitar o ser humano como um todo”, disse.



Durante a 2ª Mostra Nacional de Práticas de Psicologia, que ocorre até o dia 22 no Anhembi, em São Paulo, o presidente do conselho, Humberto Verona, anunciou também uma parceria entre o órgão e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República para ajudar na criação de comitês de combate à homofobia em todos os estados brasileiros.



EDUCAR PARA CRESCER


SEMANA NACIONAL DE TRÂNSITO


EVENTO NA BASE AÉREA DE SÃO PAULO


XI FESTA DAS NAÇÕES 2012


CAMPANHA GNA CONTRA AS DROGAS


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

REFORÇO NA SEGURANÇA ESCOLAR DE SÃO LUÍS ( GSE )

Semusc reforça segurança escolar com novas viaturas

Com a presença do secretário municipal de Educação, Albertino Leal; da diretora da UEB Luís Viana, Olinda Neves, professores, estudantes e convidados especiais, o secretário municipal de Segurança com Cidadania, Luiz Carlos Magalhães, entregou, na manhã desta quarta-feira (05), ao Grupo de Segurança Escolar (GSE), as chaves das três viaturas do programa de Prevenção à Violência Escolar, que atuarão no trabalho de ronda nos estabelecimentos da rede municipal de ensino de São Luís; e de uma mini-Van para a equipe de projetos.
A UEB Luís Viana foi usada como ponto de entrega das viaturas ao GSE, órgão da Guarda Municipal de São Luís. As viaturas são frutos de um projeto da Semusc, aprovado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). Com a liberação dos recursos, foi realizada a licitação e adquiridas as viaturas, que acabam de ser entregues ao Grupamento.
O secretário Luiz Carlos Magalhães entregou, ao Grupo de Segurança Escolar (GSE), as chaves das três viaturas do programa de Prevenção à Violência Escolar
O secretário Luiz Carlos Magalhães destacou a parceria muito boa entre a Secretaria Municipal de Segurança com Cidadania e a Secretaria de Educação. “A gente já faz duas ações, que é Minha Escola, uma Casa de Paz e o Bullying não é brincadeira. São intervenções da equipe do Grupo de Segurança Escolar (GSE), da Guarda Municipal de São Luís, para ajudar no enfrentamento da violência nas escolas. Encaminhamos para o Governo Federal, que nos contemplou com esse projeto. Inclusive, recebemos um prêmio, como um dos projetos mais bem estruturados com relação à Prevenção dentro das Escolas”, disse.
Melhorar atendimento
A Semusc tinha apenas um veículo para a ronda escolar e era preciso ampliar a frota para melhor atender aos gestores e professores da rede municipal. Com recursos da Senasp, do Ministério da Justiça, foram adquiridos três veículos para a ronda escolar, que vão se dividir nos eixos Itaqui-Bacanga, Rio Anil, Cidade Operária e adjacências. Também poderão atuar nas outras escolas que forem solicitadas por algum motivo.
É importante saber que a ronda escolar não é simplesmente a chegada da Guarda Municipal para deflagrar uma ação repressiva dentro do estabelecimento de ensino. A Guarda Municipal, através da ronda escolar, que é uma ação dentro desse projeto, faz o monitoramento da condição de violência dentro das escolas. “E aí, a gente precisa da colaboração de todos para passar isso às equipes que chegam à Guarda Municipal, porque as duas outras ações que fazem parte do projeto Prevenção à Violência são exatamente o Bullying isto não é brincadeira e Minha Escola, uma Casa de Paz”, explicou Magalhães.
Aprovado com louvor Segundo o secretário, quando é identificada uma situação dentro da escola, dependendo do tipo de violência, se utiliza um remédio, que é a situação do Bullying isto não é brincadeira e Minha Escola, uma Casa de Paz. É assim que está desenhado o Programa, que foi aprovado com louvor pelo Ministério da Justiça. E a gente precisa – o que já vem acontecendo –, dessa grande parceria com a Secretaria Municipal de Educação.
Demonstrando satisfação na entrega das viaturas, o secretário Luiz Carlos Magalhães anunciou que o primeiro veículo, uma mini-Van de sete lugares, vai ficar à disposição da equipe da Ação de Ciclo de Palestras, que pode ser requisitado por qualquer escola. E as outras três viaturas vão fazer a Ronda Escolar, “de acordo com o planejamento do nosso programa”. Lembrou que a base do GSE, da Guarda Municipal, vai ficar sediada na UEB Luís Viana, no Bairro da Alemanha.
Rapidez na resposta
O comandante da Guarda Municipal de São Luís, Eduardo Krause, disse que a entrega de três viaturas ao Grupamento de Segurança Escolar (GSE) vai aumentar o alcance nas escolas e também a rapidez na resposta. “Além dessas viaturas tem outros projetos que estamos fazendo para implantação futura”, observou.
Dotadas de telefone de contato, cada uma destas viaturas vai atender uma região, onde as escolas locais terão um celular para comunicação direta com o chefe de Grupo dessas unidades móveis. As escolas da área contemplada terão um celular à disposição, para comunicação direta com o chefe de Grupo das viaturas do GSE. Não será preciso uma viatura sair hoje, por exemplo, do Bairro da Alemanha para atender uma determinada escola na Zona Rural, que será atendida pela viatura que já estará circulando naquela área.
Ao mesmo tempo que é diminuído o tempo de reação, aumenta a presença da Guarda Municipal e a efetivação da Cultura de Paz, que é o foco do Secretário Municipal de Segurança com Cidadania, Luiz Carlos Magalhães.

CAMPANHA DE DOAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA 2012


SEGURANÇA EM ESCOLAS E UNIVERSIDADES É A PRIORIDADE