terça-feira, 29 de abril de 2014

VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL DOS PROFESSORES


AO MESTRE, NOSSO CARINHO E RESPEITO !




SEGUNDA CASA ...


NOVA ESCOLA


VACINAÇÃO CONTRA O HPV


TROTE NÃO É BRINCADEIRA , É CRIME...


SCHOOL VIOLENCE


KEEPING SCHOOLS


TROTE É CRIME


FAÇA O QUE PUDER !


MODELO DE EXCELÊNCIA DA GESTÃO


VERGONHA NACIONAL


10 DICAS DE QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO


quarta-feira, 23 de abril de 2014

BRADO ASSOCIADOS CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA


PALESTRAS E CURSOS


SEMINÁRIO JURÍDICO EDUCACIONAL


EDUCAÇÃO PRESENTE


ANDEA / BULLYING E VIOLÊNCIA


ATLETA NA ESCOLA


INSTITUTO APRENDER A SER


DIA MUNDIAL DO LIVRO


BATE PAPO PREVENCIONISTA


PORTEIROS ESCOLARES


PROTESTOS


CURSO DIRECIONAL EDUCADOR


DIRECIONAL EDUCADOR


NO BULLYING


DIA MUNDIAL DO LIVRO


quarta-feira, 16 de abril de 2014

PLANO DE SEGURANÇA PARA ESCOLAS E UNIVERSIDADES


ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO E INTERVENÇÃO


SEGURANÇA RÍGIDA NAS ESCOLAS ASIÁTICAS


TRANSPORTE ESCOLAR É ASSUNTO SÉRIO !


DISQUE 100


CAÇADA AO ESTUPRADOR NA FRANÇA / VIA DNA

JOVEM SOFREU ABUSO NA ESCOLA LA ROCHELLE, SUDOESTE DA FRANÇA. ESTUDANTES TAMBÉM ESTÃO SENDO SUBMETIDOS AOS TESTES DE DNA

A polícia francesa exigiu que estudantes do sexo masculino e funcionários de uma escola no sudoeste da França - 527 pessoas no total - façam exames de DNA enquanto autoridades procuram pelo autor de estupro contra uma aluna.
O mutirão de DNA começou nesta segunda-feira (14) em La Rochelle e até agora ninguém se recusou a participar, de acordo com a promotora Isabelle Pagenelle. Anteriormente, ela já havia avisado que quem se recusar a participar será considerado suspeito e pode ser levado em custódia policial.
O teste realizado em estudantes do sexo masculino, professores e funcionários da escola Fenelon-Notre Dame devem acontecer até quarta-feira (16). Isabelle informou que os investigadores esgotaram sua lista de suspeitos pelo estupro, que ocorreu no dia 30 de setembro em um banheiro da escola.
A polícia recuperou o material genético de roupas da menina, mas não encontrou sinais do estuprador no banco de dados de DNA do país. A França tem uma extensa base de dados de DNA, com um total de 2 milhões de perfis em arquivo a partir de 2012 - cerca de 3% da população.
"Isso aconteceu durante o dia em um espaço restrito da escola," afirmou Chantal Devaux, diretor da escola católica romana privada, durante coletiva. "A decisão de ter uma amostra grande como essa porque era a única maneira de avançar na investigação."
Foram chamados para participar dos testes 475 estudantes, 31 professores e outros 21 homens - funcionários ou pessoas que estavam no campus no momento. O escritório de Isabelle, que exigiu a autorização dos pais para os menores de idade se submeterem ao exame, diz que vai descartar qualquer resultado de DNA eliminado da lista de suspeitos.
“Achamos que há uma forte probabilidade de que é alguém aqui de dentro, ou pelo menos alguém que conhece o edifício muito bem ", disse a promotora.

BRINCADEIRA DO DESMAIO ALARMA PAIS E PROFESSORES

Um jogo perigoso está ganhando popularidade nas escolas do Rio com a divulgação de vídeos na internet. A “brincadeira (ou jogo) do desmaio” consiste em provocar a perda da consciência por meio de asfixia, o que pode ser feito com estrangulamento ou pressão no peito — “método” mais utilizado nos colégios —, sempre com a ajuda de outros colegas. No Rio, um episódio ocorrido no Liceu Franco-Brasileiro fez o colégio distribuir, esta semana, um folheto que alerta os alunos sobre o perigo da prática. Entre as possíveis consequências, segundo médicos, estão hematomas, parada cardíaca, lesões cerebrais, coma e até a morte. Mês passado, na escola do bairro carioca das Laranjeiras, um aluno do 1º ano do ensino médio desmaiou em pleno pátio, na hora do recreio, durante a o jogo. Ainda tonto, ao tentar se levantar ele bateu com a cabeça num banco, sofrendo escoriações. O estudante de 14 anos foi encaminhado para casa, e seus pais foram chamados à coordenação. Ele e mais três alunos que participavam da “brincadeira” foram suspensos por um dia. — Eu não sabia o que estava fazendo. Como outros meninos estavam brincando, resolvi tentar. Mas, quando fiquei tonto e percebi que ia apagar, me dei conta de que foi uma péssima ideia — afirma o garoto. Alguns alunos relataram ter visto “sangue e convulsões”, mas, segundo o estudante, o desmaio durou poucos segundos: — Acordei sem me lembrar de nada. Detestei a sensação. Sei que poderia ter acontecido algo grave. Pelo menos eu aprendi. De acordo com ele, outros alunos já haviam tentado desmaiar antes no colégio, sem sucesso. — É uma brincadeira estúpida, e, depois do que aconteceu, ninguém quis fazer mais — comentou uma das alunas do primeiro ano que testemunharam o incidente. A decisão de suspender os alunos, segundo o coordenador pedagógico do Liceu Franco-Brasileiro, foi tomada como uma forma de reprimir o comportamento de risco. — Não podemos de forma alguma estimular brincadeiras que comprometam a integridade física e psicológica dos alunos — ressaltou Luciano Moraes, coordenador pedagógico no Liceu. — Também nos reunimos com os pais e professores para alertá-los. Eles devem ficar atentos.
Psicólogos relatam ‘muitos casos’
O colégio ainda promoverá, na segunda-feira, uma palestra para os alunos sobre os benefícios e os riscos do conteúdo disponível na internet. A ideia de tentar o “jogo” surgiu depois que alguns deles assistiram a demonstrações em sites de compartilhamento de vídeos. — Nem sempre os adolescentes sabem avaliar o perigo do que veem. Por isso é importante que os pais monitorem a navegação deles pela web, por mais que não gostem, e também conversem sobre os riscos — alertou Moraes. Cardiologista do hospital Pró-Cardíaco, no Rio, Claudio Tinoco explica que as consequências da “brincadeira” podem ser graves, principalmente se o aluno tiver um problema cardíaco desconhecido. — A brincadeira causa queda de pressão, falta de oxigenação no sangue e a síncope, conhecida como desmaio. A falta de oxigenação pode levar a uma parada cardíaca ou a uma lesão no cérebro, com sequelas permanentes. A área da memória é a primeira a ser danificada, mas o adolescente pode ainda ter parte da visão afetada. Em casos mais sérios, pode haver coma e morte cerebral — explica Tinoco. — É uma prática muito arriscada que eu não recomendo de forma alguma. Muitos jovens têm relatado experiências com a brincadeira mortal em seu consultório, afirma o psiquiatra Fábio Barbirato, especialista em transtornos na infância e adolescência da Santa Casa da Misericórdia do Rio. — Um menino precisou ir para o hospital recentemente porque perdeu a consciência. Os colegas não conseguiram acordá-lo — relata Barbirato, que atribui a brincadeira a duas razões. — É uma espécie de demonstração de força típica dessa fase de formação de grupo, quando os jovens fazem de tudo para serem aceitos pelos outros, expondo-se a consequências graves. Por outro lado, há relatos de que a asfixia dá uma sensação de euforia e prazer, mas não existe nenhuma comprovação médica disso. A psicóloga Fernanda Reis, especialista no tratamento de crianças e adolescentes, é outra a ter ouvido relatos da prática no seu consultório. — Os adolescentes buscam se destacar por meio desses desafios. Mas há riscos com os quais eles não têm capacidade para lidar. O que você vai fazer se o seu amigo tiver uma parada cardíaca ou entrar em coma? — questiona.
Mortes nos EUA e na França
Fora do Brasil, o “jogo do desmaio” já deu origem a manchetes trágicas. Na França, as terríveis consequências da prática levaram à criação de uma associação de pais de vítimas desse jogo de estrangulamento, a Apeas. Segundo a organização, dez mortes são registradas anualmente, em média, no país europeu desde 2000 devido à perigosa prática. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), pelo menos 82 crianças e adolescentes com idades entre 9 e 16 anos morreram no país por causa da brincadeira, entre 1995 e 2007. Como as mortes geralmente são registradas como suicídio, pois acontecem mais comumente quando os adolescentes se arriscam sozinhos, é difícil computar números. Mas um caso famoso deu mais visibilidade ao problema. Em 2006, o campeão mundial de surfe Shaun Tomson perdeu o filho, Matthew, enquanto o menino de 15 anos brincava do “jogo do desmaio”. O surfista sul-africano escreveu um livro, “The code” (O código), direcionado a adolescentes, em que pede aos jovens para pensarem duas vezes antes de correr esse risco. A esperança é que relatos com o seu consigam influenciar mais os jovens do que os muitos vídeos com cenas de simulação de estrangulamento espalhadas pela internet. (Oglobo)

terça-feira, 15 de abril de 2014

REVISTAS NAS ESCOLAS. VOCÊ É A FAVOR OU CONTRA ?


PORTEIROS ESCOLARES


EXPOSEC 2014


NÃO É BRINCADEIRA !


FLEX COMPANY TREINAMENTOS / SANTO ANDRÉ / SP


DICA DE LEITURA PARA OS EDUCADORES


FNQ


DROGAS ? DIGA NÃO .


SEGURANÇA É DEVER DE TODOS !


DROGAS NAS ESCOLAS / UNESCO


ESTAR PREPARADO É O SEGREDO !