sábado, 30 de agosto de 2014

DIA NACIONAL DA REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR


SEGURANÇA EM ESCOLAS É COM A BRADO ASSOCIADOS / SÃO PAULO


EMERGÊNCIA CRIANÇA


PREVENÇÃO DE ACIDENTES COM CRIANÇAS


DIA DA PREVENÇÃO DE ACIDENTES COM CRIANÇAS


PRIMEIROS SOCORROS


sábado, 16 de agosto de 2014

INPD

REVISTA SEGURANÇA ESCOLAR / INPD

REVISTA SEGURANÇA ESCOLAR / VÍDEO INPD CNPq

SEM MEDO DE FALAR EM VIOLÊNCIA


BULLYING TEM SOLUÇÃO


VIOLÊNCIA ESCOLAR É CASO DE SAÚDE PÚBLICA


CRIME E VIOLÊNCIA NA ESCOLA


ESCOLA AMEAÇADA

PALESTRA EVENTIALS COM O PROF. ESPECIALISTA ULISSES NASCIMENTO,CES

ESCOLA E SEGURANÇA PRIVADA, PARCERIA DE SUCESSO !


ARTIGO SEGURANÇA EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO / NASCIMENTO,U.F

Segurança em instituições de ensino

Caracterização do problema e demonstração da importância social

Quais são os fatores que determinam a escolha de uma família pela melhor instituição de ensino para a educação e formação de seus filhos nos grandes centros urbanos do Brasil? 
Com certeza, a QUALIDADE do corpo docente e sua capacitação, a seriedade do projeto pedagógico, a localização e as condições das instalações físicas e a segurança. 

É neste ponto que o Consultor de Segurança entra em cena como um grande parceiro, pois a maioria das instituições de ensino públicas e privadas carece de um planejamento minucioso de segurança e de um projeto básico de gerenciamento predial - que identifique, analise, avalie e trate com exatidão os riscos e as necessidades de segurança, como as suas áreas de atuação, os recursos humanos, equipamentos, meios e medidas, e considerando a utilização de modernas tecnologias de segurança existentes no mercado, e baseados na ISO 31000. 


Os projetos que devem ser elaborados são integrados com as atividades da instituição, oferecendo a mais econômica, eficiente e eficaz solução para a proteção e segurança de seus professores, pais e responsáveis, alunos e colaboradores. 


Diversos estudos elaborados pela UNESCO e pelo Colóquio de Violência nas Escolas e Políticas Públicas, realizado em Paris, mostram que as instituições de ensino estão entre os espaços sociais que mais preocupam, devendo ser espaços seguros, pois seguranças escolar e universitária constituem um problema que afeta a vida, a integridade física, emocional e psicológica dos agentes de educação, vide Bullying e Sindrome de Burnot.


Bullying é um termo em inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma. 


A Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de caráter depressivo, definido pelos estudiosos como um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional e afeta mais as categorias de professores, médicos e enfermeiros. 

A violência ou a ameaça de violência em suas diversas vertentes tem impacto direto na qualidade da educação e na continuidade do negócio da educação. O trabalho de um Consultor de Segurança nesta área específica deve seguir a seguinte metodologia:


Avaliação Situacional e Análise Estratégica de Riscos (ISO 31000): 


Planejamento Estratégico de Segurança, determinação dos fatores que poderão trazer prejuízos à Instituição e seus frequentadores (perigos), da sua probabilidade de ocorrência (riscos) e da perda esperada em caso de ocorrência de cada risco; 


• Planejamento Tático/Técnico de Segurança e Proteção:


Proposta detalhada e descrição técnica das medidas a serem adotadas para alcançar a maior mitigação de riscos e redução da perda esperada com o melhor custo/benefício; 


• Gestão Operacional da Implementação do Planejamento Tático/Técnico aprovado: 


Administração e controle das medidas a serem adotadas; 


• Planos de Emergência e de Contingência: 


Estes serviços avaliam e desenvolvem planos de emergência e contingência, realizam exercícios e/ou treinamentos de resposta, planejam como será realizada a comunicação durante e após a ocorrência, e montam as equipes que atuam em casos de crises; 



• Montagem de Equipes e Treinamento para Resposta a Perigos em Escolas: 

Treinamento para prevenção e intervenção à ação de gangs, vandalismo, espionagem, sequestros, utilização e tráfico de drogas e outros perigos; treinamento a administradores e agentes de transporte escolar para prevenir, administrar e responder a acidentes, violências e outras emergências em vans e ônibus escolares; montagem de equipes e organização de campanhas de mesa limpa, palestras, jogos de empresas e Endomarketing de segurança e proteção; treinamento para mitigação do risco de Responsabilidade Civil, entre outros perigos;


• Investigações e Resposta a Ocorrências de Segurança: 


Investigações sobre consumo e tráfico de drogas, furtos internos, assaltos, ameaças, tentativas de sequestros, porte de armamento e outros. Suporte pós-crises aos administradores, gestores de segurança e toda comunidade acadêmica. 


• Projetos de Segurança Ambiental: 


Reciclagem e Separação do lixo produzido na Instituição; Destinação correta do lixo comum e armazenamento adequado; Palestras, treinamentos e Endomarketing;


Temos falado em nossos cursos e palestras que este tema deve ser tratado por equipes multidisciplinares, pois os problemas de violência e crime nas escolas no Brasil estão aumentando consideravelmente. Damos destaque aos aspectos técnicos do Gerenciamento de Riscos em Escolas, e a criação do Plano de Prevenção, Controle e Disciplina, mas não podemos deixar de tratar o tema pelo ângulo da necessidade de comportamentos preventivos saudáveis dentro da Escola. Segurança é a soma combinada de medidas integradas tais como: segurança física de instalações, segurança eletrônica, procedimentos, recursos humanos e a pronta resposta às ocorrências.


Segundo o Center for Disease Control and Prevention (CDC), que desde 2001 estuda o tema e estabeleceu e publicou normas de prevenção de lesões acidentais, violência e suicídios nas escolas, temos que criar um ambiente que promova segurança e as lesões. Os estudos indicam abordagens integradas em oito esferas:


• Ambiente Social;

• Ambiente Físico;

• Educação em Saúde;
• Educação Física e Atividade Física Extracurricular;
• Serviço de Saúde;
• Resposta a Crises, desastres e acidentes que afetem a Comunidade Escolar;
• Integração entre a escola, família e comunidade para prevenir lesões;
• Capacitação dos colaboradores e atores educacionais.


O tema é complexo. Para mais informações sobre o tema, acesse:www.slideshare.net/ulissesnascimento 



Ulisses Nascimento, gestor de Segurança Privada formado pela Universidade Paulista. Aluno do MBS 32 da Brasiliano / FESP, pós-graduando em Educação na Universidade Paulista. Profissional com mais de 25 anos de experiência na área de segurança corporativa, oficial da reserva do Exército Brasileiro na arma de Cavalaria, Instrutor e ex-coordenador de Segurança Universitária e Gestão de Riscos no Campus Anchieta da UNI. Especialista formado pela mesma Universidade, atual assessor técnico do GIASES (Grupo Integrado de Apoio à Segurança do Ensino Superior do Estado de São Paulo) apoiado pelo SEMESP, membro da OBESST, associado à ABSO, ex-diretor do Conseg do 83DP – Parque Bristol SP, membro da Comissão Estadual de Polícia Comunitária e Direitos Humanos, ex-coordenador de Governo da ABGS nos anos de 2007 - 2008 e atual vice-presidente da Área de Governo e Assuntos Internacionais do IFIDUS. Sócio do Portal Escola Protegida e Security Manager da Grans Nascimento Associados – Consultoria de Negócios em Segurança e instrutor do Corpo de Segurança da Indústria Kania de Capivari/SP

TRATAMENTO IMORAL DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

TODOS PODEM

Cristovam Buarque - Professor da Universidade de Brasília e senador .


A maneira como o Brasil tem tratado a educação de suas crianças, ao longo de toda nossa história, é irracional e imoral. Irracional porque condena o futuro do País, em cuja base está um povo educado, capaz de desenvolver nossa ciência, nossa tecnologia, nossa cultura. Imoral porque condena a sociedade brasileira à desigualdade crônica se não for feita uma revolução na educação de base do País, desde a pré-escola até a pós-graduação. Os dados comprovam que essa irracionalidade e imoralidade são conhecidas. Não vale a pena ficar repetindo. Basta lembrar que nosso desempenho nessa questão está entre os piores do mundo, de acordo com todas as análises feitas por órgãos internacionais, como Unesco e OCDE.

A revolução educacional, a doce revolução feita com lápis e computadores, por professores e professoras, só será possível quando sucessivos governos nacionais assumirem a liderança, a coordenação e parte substancial do financiamento à educação básica. Mesmo quando isso acontecer, a educação não será responsabilidade apenas do setor público, ainda menos da União, nem somente da escola. A educação é um processo que requer o esforço de todos. Sem isso, não será viável nem será educação. De imediato, exige a participação de escola, família e mídia. Mas não dispensa a colaboração de cada setor da sociedade brasileira. Exige também, para dar um salto, que o governo federal dê o salto maior. E que cada setor faça sua parte desde já.

Nesse cenário, o setor empresarial tem um papel importante. Primeiro, do ponto de vista político. Cabe aos seus líderes usar a força de que dispõem para pressionar o governo, especialmente o governo federal, com o objetivo de forçá-lo a descobrir a importância da educação, a prioridade que ela merece e a importância da continuidade das políticas públicas.

Do ponto de vista da ação direta, cabe aos empresários, entre outras ações:

1. EM FAVOR DO SISTEMA EDUCACIONAL


Adote escolas, adote professores, adote crianças em idade escolar. Perto de sua empresa há escolas que precisam de equipamentos e livros; professores que precisam de um incentivo, um prêmio; crianças que precisam de uma bolsa-escola (remuneração por mês sob condição de freqüência) ou poupança-escola (depósito em caderneta de poupança se o aluno for aprovado, sob a condição de que o dinheiro só poderá ser sacado quando ele terminar o segundo grau). O Banco de Boston desenvolve uma ação desta natureza em convênio com a ONG Missão Criança.

2. EM FAVOR DE SEUS EMPREGADOS 

Crie no setor de gerência de recursos humanos um núcleo destinado a acompanhar a educação dos próprios empregados e de seus filhos e oferecer incentivos à educação, tais como: produção de cursos de alfabetização, primeiro e segundo grau, ou cursos técnicos, com liberação de horas de trabalho equivalentes às horas que o empregado diminui de seu período de lazer para dedicá-las aos estudos; incentivo os bons alunos, filhos dos empregados, quando eles forem aprovados e concluírem seus cursos médios.

3. EM FAVOR DOS CLIENTES
Com algum esforço de imaginação, praticamente toda empresa pode oferecer prêmios a alunos e professores que sejam seus clientes. Os supermercados, por exemplo, podem criar clubes de mães e de alunos e, além de prêmios, oferecer descontos nas compras. Políticas como essa devem fazer parte da rotina dos pacotes de marketing por meio dos quais as empresas se relacionam com seus clientes para vender institucionalmente seus produtos.

*Cristovam Buarque é Professor da Universidade de Brasília e senador pelo PDT-DF

Publicado na revista Isto É Dinheiro

http://www.cristovam.org.br/portal2/



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CONTROLE DE ACESSO DE PESSOAS NAS ESCOLAS


CONGRESSO MINEIRO DE SEGURANÇA ELETRÔNICA 2014


quinta-feira, 14 de agosto de 2014

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VOLTANDO ÀS AULAS COM SEGURANÇA


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BRASIL


terça-feira, 12 de agosto de 2014

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