sexta-feira, 31 de julho de 2015

FÉRIAS COM DIVERSÃO E CUIDADO !


ENCONTRO DO FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA NO RIO DE JANEIRO 2015


quinta-feira, 30 de julho de 2015

EDUCAÇÃO PARA AS NOSSAS CRIANÇAS


TELEFONES ÚTEIS PARA A COMUNIDADE


TELEFONES ÚTEIS PARA A COMUNIDADE


VOLTA ÀS AULAS NO SEGUNDO SEMESTRE DE 2015


ECA - ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 25 ANOS


ECA - ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 25 ANOS


ECA - ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 25 ANOS


ECA - ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 25 ANOS


quarta-feira, 29 de julho de 2015

LIDERANDO UMA ESCOLA RÁPIDA, INOVADORA E FLEXÍVEL


COMO LIDAR COM O STRESS DO COTIDIANO ESCOLAR


OS PROFESSORES ABREM A PORTA !


TRANSPORTE PARA A EXPO PREDIALTEC 2015


EXPO PREDIALTEC 2015


ABRASEG


ABRASEG


SCHOOL BUSINESS 2015 - SÃO PAULO


GESTÃO DE RISCOS EM ESCOLAS E UNIVERSIDADES / BRADO ASSOCIADOS


PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SEGURANÇA E VIGILÂNCIA EM ESCOLAS


BRASEG 2015


EXPO PROTEÇÃO 2015


EXPO PREDIALTEC 2015


APELO DOS PAIS NO RIO DE JANEIRO


INVASÕES E BRIGAS DE GANGUES EM ESCOLA DO RIO DE JANEIRO

 INVASÕES E BRIGAS DE GANGUES EM ESCOLA DO RIO DE JANEIRO

A violência nas escolas do Rio de Janeiro não se restringe apenas às unidades escolares situadas em áreas de risco – nesta segunda-feira (20), o G1 mostrou que 16 mil alunos ficaram sem aula apenas nos 15 primeiros dias de julho. Além da violência externa, professores, alunos e pais convivem ainda com armas, drogas e brigas de gangues.
A escola Municipal República do Líbano, em Vigário Geral, onde um aluno de 13 anos ameaçou um professor com uma arma na cabeça há cerca de um ano, continua enfrentando problemas com violência e, ainda, uso de drogas e depredação por parte dos alunos e invasores.
Já no interior do Estado do Rio, jovens são obrigados a mudar de escola por causa da atuação de gangues e ameaças constantes à integridade física dos menores.
“Já sofri ameaça e agressões, mas como educador eu preciso atuar, minha função é essa, não posso ficar com medo e recuar. Há uns três meses precisei me proteger com uma cadeira para que eles não viessem para cima de mim”, admite um professor do Ensino Fundamental da escola de Vigário Geral.

Polícia faz rondas
A escola possui dois portões, sendo que um deles foi arrebentado pelos menores e atualmente precisa ficar preso por uma barricada. É por esse portão ou pulando o muro da quadra que ocorrem invasões de pessoas que usam o pátio para consumir drogas ou andam pelos corredores furtando e depredando o colégio.
“Já cheguei a presenciar 20 pessoas estranhas quebrando armários, levando material, furtando, correndo e depredando a escola”, afirma o educador.
Ainda de acordo com os docentes, os invasores transitam o tempo topo pela escola e quando a situação fica insustentável, a polícia é acionada mas, normalmente, eles conseguem escapar pulando o muro.
“Os professores do primeiro segmento não conseguem descansar um minuto, mesmo no recreio, quando normalmente podemos dar uma relaxada. Eles precisam ficar extremamente atentos aos pequenininhos”, conta o professor, destacando temer pela integridade das crianças.
A Polícia Militar alegou que faz rondas diárias com viaturas em toda a região e que o comandante do 16°BPM realizou uma reunião com a direção do colégio na sexta-feira (17) para tentar solucionar o problema das invasões.

Gangues impedem alunos de estudar
Em Resende, no Sul Fluminense, os jovens têm enfrentado problemas para assistir às aulas devido a atuação de gangues composta por menores. Segundo mães de alunos da Escola Estadual Oliveira Botelho, na região Central do município, as gangues impedem que jovens de outros bairros estudem em regiões diferentes.
“Os meninos de lá disseram que ele tinha que sair e eu, com medo, consegui a transferência no mesmo ano. Como o sonho dele era fazer curso técnico de Mecânica Automobilística e Industrial, coloquei ele no Senai. Mas mais uma vez ele não pode terminar, pois o Senai também fica em área diferente da que moramos”, lamenta a mãe de um rapaz de 17 anos, que atualmente precisa estudar a duas quadras da rua onde mora.
De acordo com outra mãe, os jovens que pertencem às gangues usam camisa de escola pública e param na portas de outras unidades para arrumar confusão. “Há poucos dias eles invadiram um ônibus que vem do bairro Cidade Alegria com pau, pedaço de cano, e ameaçaram alunos que estavam descendo na porta do colégio [Oliveira Botelho]. Eles estão querendo marcar território, por isso que tem essas agressões”, diz a mãe de um menino de 16 anos, que agora passou a levar e buscar o filho na escola diariamente.
A Polícia Militar informou que o comando do 37°BPM (Rezende) está intensificando o patrulhamento diário para coibir os crimes na região e que há equipes voltadas especificamente para as rondas escolares.

Audiência pública na Alerj
Para tratar da questão da violência no interior das escolas e identificar como isso tem afetado aos professores, em agosto acontecerá uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para abordar o assunto.
“A violência nas escolas não atinge apenas os alunos. O professor também é vítima. Entendemos que a solução para o problema da violência nas escolas e para o surgimento das gangues não pode ser paliativa e imediata. Precisamos de decisões estratégicas com todos os setores da sociedade envolvidos”, ressalta o deputado estadual Glaucio Julianelli (PSOL), que também sugeriu ao governo do estado a criação de duas delegacias da Criança e do Adolescente Vítimas (DECAV) para atender o Sul Fluminense.
A Secretaria Estadual de Educação destacou que as unidades escolares têm por rotina promover encontros regulares com os pais para tratar desses e outros temas relevantes que possibilitem a ordem e a segurança da comunidade escolar. Algumas delas têm ainda projetos próprios que incentivam o diálogo e o respeito dentro e fora do espaço escolar e, caso necessário, o Conselho Tutelar é acionado.
“Temos a preocupação de tentar trabalhar um clima de paz nas escolas. Trabalhamos a questão do bullying, das relações interpessoais, para que o clima na escola seja mais harmônico e a convivência seja mais saudável. Fazemos um trabalho que se chama Fórum de Práticas Restaurativas, onde construímos grupos de pessoas mais sensíveis ao diálogo para nos ajudar a prevenir conflitos”, ressaltou Heloísa Werneck, assessora técnica de Saúde e Bem-Estar da Seeduc.

Falta de segurança nos portões
 Segundo os educadores, a tragédia que aconteceu na escola Tasso da Silveira, em Realengo, há quatro anos, quando um ex-aluno invadiu a escola e matou 12 crianças,pode se repetir sem dificuldade na escola República do Líbano.
“Uma vez que não há porteiro e o portão está aberto, você não tem nenhuma barreira. Na Tarso, alguns professores conseguiram salvar alunos porque as salas tinham tranca. Aqui, numa situação análoga, vai matar quem quiser, porque não há nenhuma, absolutamente nenhuma, proteção para os alunos”, afirma o professor, destacando que o corpo docente e a direção da unidade fazem o máximo que podem para garantir a segurança dos alunos.
Segundo Adriana Silveira, de 43 anos, mãe de uma das crianças mortas na tragédia e presidente da Associação “Os Anjos de Realengo”, pouca coisa mudou desde a morte das crianças dentro da unidade escolar.
“A violência está muito grande nas escolas. Na verdade, nada mudou. As escolas não têm segurança alguma. Se continuar como está, daqui a pouco os pais não vão querer colocar os filhos na escola. Não podemos colocar nossos filhos na escola e ter a incerteza de que vamos voltar e podemos encontrá-los mortos”, afirmou Adriana, que hoje preside o grupo formado por cerca de 200 pessoas que luta por mais segurança nas escolas.
Para o Sindicato dos Professores do Rio de Janeiro (Sepe), a necessidade de concurso público para o cargo de porteiro é essencial para garantir a segurança nas escolas. “Não é uma atribuição de qualquer um abrir o portão de uma unidade escolar. Isso envolve a segurança das crianças. Queremos uma escola que possa garantir para os nossos filhos e nossos alunos uma formação plena em todos os seus aspectos, que ele se sinta seguro, tranquilo e que tenha condições objetivas de alcançar sua aprendizagem”, garante Susana Gutierrez, diretora do Sepe.
De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, após término do contrato com a empresa que prestava serviço de vigia nas escolas, a prefeitura deu autonomia para cada unidade definir qual esquema seria utilizado nas portarias e sugeriu que fossem colocados funcionários readaptados – aqueles que não podem exercer sua função anterior – nos portões.

Fonte: G1



CURSO DE SEGURANÇA EM ESCOLAS E UNIVERSIDADES


VEÍCULOS DO TRANSPORTE ESCOLAR DEVEM SER VISTORIADOS

Veículos que fazem transporte escolar devem ser vistoriados

O procedimento é realizado duas vezes ao ano pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans).

28/07/2015 08:47


Veículos que fazem transporte escolar devem ser vistoriados Os proprietários de veículos que atuam no transporte escolar, em Teresina, têm até a próxima sextafeira, dia 31 de julho, para realizarem a vistoria e renovação das permissões. 
O procedimento é realizado duas vezes ao ano pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans), que avalia as condições dos veículos e dos condutores que prestam esse serviço. 
A diretora de Transportes Públicos da Strans, Cíntia Machado, explica que a vistoria tem como objetivo garantir a segurança dos estudantes que utilizam o transporte escolar na capital. “Durante a vistoria, verificamos a documentação do veículo, a documentação do motorista e também os itens de segurança do veículo, como cinto de segurança, e condições dos bancos”, explica. 
Até ontem (27), dos 32 permissionários cadastrados, apenas 10 compareceram para realizar a vistoria. A recomendação da Strans é que eles compareçam até sexta-feira para evitar transtornos com a proximidade do início do período letivo. “O permissionário que não comparecer à vistoria não vai ter a permissão renovada. Caso seja flagrado realizando transporte de passageiros sem permissão, pode ser multado e ter até o veículo apreendido. Como o número de permissionários é pequeno, a gente acaba ligando para solicitar que eles compareçam para fazer a vistoria”, afirma Cíntia Machado. 
Para Ludimar Alves, que atua há 22 anos no transporte escolar em Teresina, as vistorias são importantes para garantir a segurança dos passageiros, mas deveriam ser realizadas apenas uma vez ao ano. “É um período de tempo pequeno entre uma vistoria e outra, onde não acontecem alterações no veículo. No período em que acontece a vistoria, muita gente viaja e tem dificuldade para comparecer na Strans”, argumenta. 

Proprietários reclamam de cadeirinha 

A partir do próximo ano, os veículo de transporte escolar vão ser obrigados a ter cadeirinha para o transporte de crianças até 7 anos. A regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) entra em vigor em fevereiro de 2016 e determina que os assentos de elevação, para deixar o cinto de segurança na altura do pescoço da criança, devem ser usados por meninos e meninas de 4 a 7 anos. 
Em Teresina, motoristas que atuam no transporte escolar questionam a obrigatoriedade do novo acessório. Para Ludimar Alves, a nova regra pode representar um gasto a mais aos proprietários dos veículos. “Aqui em Teresina, não temos a cultura da creche, como em outras cidades em que os pais saem para trabalhar e deixam os filhos pequenos nas creches.O nosso público é bem mais velho. Além disso, os bancos das vans escolares não são preparados para receberem as cadeirinhas”, avalia. 
A diretora de Transportes Públicos da Strans, Cíntia Machado, explica que os permissionários que prestam o serviço de transporte escolar estão sendo alertados para se adequarem à nova determinação antes do prazo limite. “Durante a vistoria, nós comunicamos que, a partir do próximo ano, nós vamos passar a exigir esse item nas vistorias”, completa. 
Os proprietários que não adequarem os veículos cometerão infrações consideradas gravíssimas, com multa de R$ 191,54, além de perder 7 pontos na habilitação e retenção do veículo.

Por: Natanael Souza- Jornal O Dia 


terça-feira, 28 de julho de 2015

AUMENTO DA SEGURANÇA ESCOLAR E REFORÇO NA FISCALIZAÇÃO

PARA AUMENTAR A SEGURANÇA NAS ESCOLAS , SECRETARIAS ASSINAM TERMO E REFORÇAM A FISCALIZAÇÃO

MELISSA SCHIMIDT

CAPITAL NEWS



A Secretaria Municipal de Segurança Pública (Semsp) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed) firmam um termo de cooperação para integrar ações das duas pastas e promover mais segurança nas escolas municipais. A proposta do Projeto Escola Segura é ampliar as ações da Semsp mediante a atuação da Guarda Civil Municipal no âmbito escolar. O termo prevê a intensificação das rondas escolares, principalmente nos horários de entrada e saída dos alunos, e presença permanente de um servidor da Guarda no período noturno.

A Secretaria Municipal de Educação vai auxiliar no custeio do combustível para os veículos que forem utilizados nas rondas e será responsável pela a instalação de um circuito fechado de televisão (sistema CFTV) e pela disponibilização das imagens captadas, quando necessário.
Também serão realizadas palestra com os Guardas Municipais pós-graduados na área de Segurança Pública e Defesa Social, abordando temas relacionados a consumo de drogas, violência e criminalidade nas escolas. As abordagens serão destinadas aos alunos e educadores da rede municipal de ensino.

O projeto também prevê que a fiscalização da Guarda Civil Municipal deverá ser intensificada nos terminais de transbordos e interiores dos coletivos. Os alunos que se encontrarem em situação irregular - estando ou não em horário escolar, em atitude suspeita, principalmente as relacionadas ao uso de narguilé, drogas licitas, drogas ilícitas, armas, artefatos que possam causar dano à pessoa ou ao patrimônio alheio - serão encaminhados à respectiva gestão escolar, que imediatamente exigirá a presença dos pais ou responsáveis. A reparação do dano, quando for o caso, será aplicada nos termos do art. 1.634 do Código Civil.

Ainda de acordo com as ações do projeto, quando se tratar de crianças e ou adolescentes não matriculados ou em situação de abandono ou risco, o encaminhamento deverá ser feito para o conselho tutelar da região correspondente ou autoridade competente. Todos os agentes da Guarda Civil Municipal que atuam na campanha passaram por capacitação especifica para atender com excelência todas as necessidades do projeto.


Também esteve presente o promotor da Vara da Infância e Juventude, Sérgio Harfouche, que citou Campo Grande como referência entre as capitais. “Campo Grande é a primeira capital do país que terá reparação de danos no regimento escolar. O aluno tem de reparar a infração cometida, seja uma sujeira, algo que quebrou ou alguém a quem ofendeu”, destacou.


OBRAS


COMISSÃO DE ESTUDOS DE SEGURANÇA NAS ESCOLAS EM SÃO PAULO


DEFICIENTES VISUAIS


EDUCAÇÃO = FUTURO


VAMOS APRENDER COM JEAN PIAGET ?


PREVENÇÃO DE ACIDENTES DOMÉSTICOS


OBSERVATÓRIO DE SEGURANÇA ESCOLAR / SÃO PAULO


CONHECIMENTO HUMANO


VANDALISMO NA ESCOLA


AMIGOS


SEJA GRANDE COMO SEUS DIREITOS E DEVERES ...


JOÃO CIDADÃO


FÉRIAS COM ALEGRIA E AMIGOS


AMIGOS DA ESCOLA


VAMOS APRENDER COM O MESTRE PAULO FREIRE .


segunda-feira, 27 de julho de 2015

DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES


CAMPANHA CONTRA AFOGAMENTOS


REVISTA ESCOLA PÚBLICA


CRIANÇA SEGURA BRASIL / ESPECIAL FÉRIAS 2015


ZERO ACIDENTES


REVISTA ESCOLA PÚBLICA


REVISTA ESCOLA PÚBLICA


REVISTA ESCOLA PÚBLICA


REVISTA NOVA ESCOLA


ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE