quarta-feira, 12 de abril de 2017

OBJETOS DA ESCOLA


ACONTECEU


REVISTA SEGURANÇA ESCOLAR DA BRADO ASSOCIADOS CONSULTORIA


ARQUITETURA ESCOLAR


OBSERVATÓRIO DE SEGURANÇA ESCOLAR - SÃO PAULO


SEGURANÇA ESCOLAR


NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Polícia Militar esclarece que é uma das poucas Instituições que atuam em áreas conflagradas. Essa atuação é motivada por acionamentos de cidadãos ao 190 ou a partir de operações previamente planejadas. Nesse último caso, as operações ocorrem, em sua maioria, antes ou após a entrada e saída de alunos das escolas.
Desde maio de 2016, a Polícia Militar, visando aproximar a Corporação da comunidade escolar, seja no âmbito Estadual ou Municipal, criou o Conselho Comunitário de Segurança Escolar (CCSE) em todas as AISP do Rio de Janeiro. Esse conselho se reúne uma vez ao mês, nos batalhões, para discutir e buscar soluções em conjunto com representes das escolas para os problemas que se apresentam na comunidade escolar.
Além dessas reuniões, é comum entre os Batalhões e nas UPPs, a interação direta, seja dos comandantes de companhia ou os comandantes de UPPs, com os diretores de escolas através de grupos de whatsapp, o que proporciona agilidade no contato e estabelece uma relação de confiança.
Temos atuado também em diversos projetos sociais junto às comunidades, em especial com crianças e adolescentes. Projetos esses que carecem de apoio e envolvimento dos demais órgãos públicos.
A Corporação tem todo o interesse em ampliar o debate em relação à segurança nas escolas. Entendemos que a Segurança Pública é um assunto complexo. É preciso atuar nas causas para evitar que a Corporação seja cobrada pelas consequências.
O Comando da Corporação convida o Prefeito do Rio, Marcelo Crivella, e o Secretário Municipal de Educação, Cesar Benjamin, a conhecer os projetos desenvolvidos pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), bem como a participar de uma das reuniões do CCSE.

EDUCAR


O GLOBO


O DESENROLAR DE UMA TRAGÉDIA - O GLOBO


ABRIL VERDE 2017


POLÍCIA MILITAR DO RIO DE JANEIRO

A Polícia Militar do Rio de Janeiro divulgou uma nota hoje (6) em que se posiciona sobre as operações que a corporação faz em áreas de conflito como a comunidade de Acari e a realização de ações em áreas próximas a instituições de ensino. A PM diz que tem todo o interesse em ampliar o debate em relação à segurança nas escolas. “Entendemos que a segurança pública é um assunto complexo. É preciso atuar nas causas para evitar que a corporação seja cobrada pelas consequências”.
Numa ação na quinta-feira (30) resultou na morte da estudante Maria Eduarda Alves da Conceição, de 13 anos, quando fazia educação física na quadra da Escola Municipal Jornalista E Escritor Daniel Piza. O secretário municipal de Educação, Cesar Benjamin, pediu que tenha um encontro com a área de segurança pública para que as ações contra o tráfico de drogas sejam programadas e fora do horário das aulas.
Na ação, o sargento David Gomes Centeno e o cabo Fabio de Barros Dias executaram dois homens, caídos, junto ao muro da escola municipal, e que teriam participado de uma troca de tiros com cinco militares e ficaram feridos durante o confronto. Um vídeo grava a cena em que os dois homens são executados pelos militares.
A nota da PM esclarece que é uma das poucas instituições que atuam em áreas conflagradas. Essa atuação é motivada por acionamentos de cidadãos ao 190 ou a partir de operações previamente planejadas. Nesse último caso, as operações ocorrem, em sua maioria, antes ou após a entrada e saída de alunos das escolas.
Projetos
Desde maio de 2016, a Polícia Militar, visando aproximar a corporação da comunidade escolar, seja no âmbito estadual ou municipal, criou o Conselho Comunitário de Segurança Escolar em todas as Áreas Integradas de Segurança Pública (AISP) do Rio de Janeiro. Esse conselho se reúne, uma vez por mês, nos batalhões para discutir e buscar soluções em conjunto com representantes das escolas para os problemas que se apresentam na comunidade escolar.
Além dessas reuniões, é comum entre os batalhões e nas áreas de unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), a interação direta, seja dos comandantes de companhia ou os comandantes de UPPs, com os diretores de escolas através de grupos de Whatsapp, o que proporciona agilidade no contato e estabelece uma relação de confiança.
A Polícia Militar informa ainda que tem atuado também em diversos projetos sociais junto às comunidades, em especial com crianças e adolescentes, projetos que carecem de apoio e envolvimento dos demais órgãos públicos.
O comando da instituição convida o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, e o secretário municipal de Educação, Cesar Benjamin, para conhecer os projetos desenvolvidos pelas unidades de Polícia Pacificadora (UPP), bem como a participar de uma das reuniões do Conselho Comunitário de Segurança Escolar. Com informações da Agência Brasil.

REDAÇÃO


REGIÃO DOS LAGOS - SÃO GONÇALO

A prefeitura realizou uma reunião para traçar estratégias e definir ações a respeito da segurança nas escolas. Participaram do encontro os secretários de Segurança e Ordem Pública, Edmilson Bittencourt; de Educação, Walzi Sampaio; de Governo, Eronildes Bezerra; de Saúde, além de representantes do Conselho Comunitário de Segurança Escolar, da Polícia Militar, da Gestão Escolar e da sociedade civil.
A reunião foi realizada no gabinete do prefeito Cláudio Chumbinho e abordou os desafios e necessidades da segurança pública no município. “Esse encontro foi proveniente da necessidade de melhoria na segurança e o dia a dia das escolas não poderia ficar de fora”, comentou o secretário de Governo, representando o chefe do executivo, Eronildes Bezerra.
Secretário de Segurança e Ordem Pública, Edmilson Bittencourt falou sobre o trabalho. “Existe a preocupação em conjunto dos conselhos, da Polícia Militar e do município, então nós apostamos no trabalho integrado. A Secretaria participa do Conselho Comunitário de Segurança, do Conselho de Segurança Escolar e estamos trabalhando estrategicamente da melhor forma possível para atender as necessidades da população”, disse.

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